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sábado, 26 de maio de 2018

O movimento fragmentado que uniu direita, esquerda e a insatisfação contra Temer

Um dia depois de o Governo comemorar um acordo que poderia solucionar a crise, greve se mostrou mais complexa e aglutinadora do que se previa


FOTO: Protesto no Distrito Federal em apoio aos caminhoneiros. / VIDEO: El presidente do Governo, Michel Temer. FABIO RODRIGUES POZZEBOM (AGÊNCIA BRASIL) / REUTERS
Um dia depois de o Governo Michel Temer comemorar um acordo com o grupo de caminhoneiros em greve, o caminho da solução do problema se mostrou mais difícil do que a versão oficial tentava apontar. Segundo os dados governamentais, 60% das interrupções rodoviárias continuaram. O movimento, organizado pelo WhatsApp, se mostrou mais complexo e descentralizado. E foi capaz de atrair o apoio de setores diversos, da direita à esquerda, da classe média ao grande produtor rural, ainda que a crise de abastecimento tenha seguido nesta sexta, com postos se dividindo entre filas quilométricas e o vazio pela falta de combustível em várias cidades .
Desde o meio do mês os movimentos que representam os caminhoneiros alertavam o Governo para a possibilidade de uma paralisação por conta do aumento no preço do diesel. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam)protocolou em 14 de maio um ofício na Presidência da República e na Casa Civil para pedir medidas contra o constante aumento dos combustíveis. Reclamavam que em 11 de maio o diesel atingia o maior nível desde meados de 2017 e a oscilação de preços constante prejudicava a previsibilidade do valor dos fretes. Foram nada menos que dez aumentos em um mês, por conta da flutuação do preço internacional do barril de petróleo seguido pela Petrobras. Em 16 de maio, sob a mesma motivação, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que reúne um milhão de filiados, também pediu audiência em caráter emergencial com o Governo.
Ambas, entretanto, foram ignoradas. E, com isso, a mobilização começou a ganhar corpo. O descontentamento dos caminhoneiros se espalhou rapidamente pelas redes sociais e pelos grupos de WhatsApp. E a categoria, geralmente desmobilizada, conseguiu se unir de forma descentralizada e horizontal, sem líderes claros. Nas estradas, se concentraram especialmente os trabalhadores autônomos (650.000 dos dois milhões de caminhoneiros do país, consultoria Ilos Supply Chain), mas também profissionais ligados a transportadoras. As empresas não podem, por lei, organizar paralisações (chamadas de locaute) e, caso isso seja provado, poderão sofrer sanções legais.
"A categoria dos caminhoneiros é desorganizada, não paga sindicato e as associações representativas. Mas isso foi a gota d'água para nos organizarmos. Hoje, pelo WhatsApp, pelas redes sociais, um fala aqui, o outro fala aí, vai para um grupo, vai para o outro e em dez minutos está no Brasil inteiro", afirma José Araújo Silva, o China, presidente da União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam). A organização destes trabalhadores pela internet é justamente a chave da dificuldade enfrentada pelo Governo nesta negociação.
Nesta quinta, representantes de Temer se reuniram com 11 associações do setor, um número que, por si só, já mostra a dispersão da categoria. Nove delas assinaram o acordo, celebrado pelo Governo como a resolução do problema —apenas a Abcam e a Unicam não assinaram. Mas a própria CNTA, uma das signatárias, já avisava pela manhã que "nenhuma pessoa ou entidade tem, sozinha, o poder de acabar com essa mobilização". Também alertava que as entidades haviam apenas concordado em comunicar aos trabalhadores nas estradas sobre as propostas do Governo. Em vídeo divulgado no final do dia, o presidente da entidade, Gilmar Bueno, afirmou que "em nenhum momento nenhuma das entidades que participaram [da reunião] se posicionou no sentido de comprometer ou desmobilizar este movimento."
Durante todo o dia, a posição dos grevistas era de crítica tanto ao Governo quanto às mobilizações que participaram do encontro. "Elas são fascistas, estão a mando de empresas que têm bastante caminhão, a mando de empresários. Não nos representam. Aqui ninguém nos representa, é o povo que está aqui", afirmava o caminhoneiro Rafael Machado, que estava em um dos bloqueios na rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo, ao repórter Felipe Betim. Durante dos dias de greve também não faltaram demonstrações de apoio a uma "intervenção militar", ainda que não se saiba o alcance e a representatividade desse seguimento mais radical no conjunto.
Na BR-101, altura da entrada do Recife, em Pernambuco, Marcelo Freitas, dono de três caminhões, disse que passava o dia com os grevistas, levava água e alimentos, e voltava para casa depois. “Meus três funcionários estão parados, um no Rio de Janeiro, um na Bahia e outro aqui”, explicou. “Todos nós temos contas acumuladas. Queremos trabalhar, mas não sairemos daqui enquanto o valor do diesel não abaixar”, relatou à repórter Marina Rossi.
A situação se tornou mais crítica ainda depois que o Governo afirmou que autorizava o uso das Forças Federais para desbloquear as estradas. “Se as Forças Armadas vierem, vamos resolver da melhor maneira possível”, dizia Anderson Wanderley, em Recife. “Mas eles não virão. Estamos com apoio da população, recebemos doações o tempo todo e não estamos impedindo ninguém, além dos caminhões, de passar”, contava, enquanto carros buzinavam em apoio ao movimento.

Tempestade perfeita

A mobilização contra o aumento dos combustíveis acabou pressionando um nervo já dolorido na sociedade. E, por isso, conseguiu aglutinar setores geralmente distantes ou opostos: da classe média, irritada com os constantes aumentos da gasolina, aos produtores rurais, que reclamam dos prejuízos do setor com o combustível em alta; da esquerda, que aproveitou para criticar a política de preço livre da Petrobras, à direita, que mirou na situação para denunciar o desmonte da petroleira gerado pela corrupção dos governos de esquerda. 
Central Única dos Trabalhadores (CUT), alinhada ao PT, declarou apoio aos motoristas. “A população precisa apoiar este movimento que não é somente contra o reajuste dos combustíveis, é contra a privatização da Petrobras. O Governo está utilizando esses aumentos para defender a venda da estatal”, diz o presidente da entidade, Vagner Freitas, aproveitando para jogar a culpa na política de preços implementada sob Temer. A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) também endossou a paralisação dos caminhoneiros, apesar do impacto que a greve tem no escoamento da produção. O presidente da entidade, Bartolomeu Braz Pereira, afirmou que dentro da associação existem inclusive setores favoráveis à continuidade da greve mesmo caso os caminhoneiro cedam. "Entre o início da safra e a colheita tivemos um aumento de óleo diesel de 60 centavos por saca. Gastamos quase 3 bilhões a mais somente em combustível. E esse gasto vai pro produtor", afirmou.
Formou-se, então, uma tempestade perfeita sobre um Governo de popularidade extremamente baixa. No Twitter, a hashtag ForaTemer chegou a segundo lugar nos Trending Topics, logo depois de #TemerAbaixaAGasolina. Tudo isso torna o futuro da greve e seus desdobramentos ainda mais incertos. O transtorno provocado pelos bloqueios continuados vai fazer ruir essa heterogênea coalizão anti-Temer? Não havia ainda respostas. Por ora, o Partido dos Caminhoneiros atraía o apoio de pré-candidatos presidenciais. O deputado de extrema-direita, Jair Bolsonaro, o segundo nas pesquisas, animou os grevistas, criticou os preços praticados pela estatal, mas também os bloqueios, segundo ele inflados por "infiltrados petistas". Pela esquerda, Ciro Gomes (PDT) acusou a Petrobras de querer apenas beneficiar os acionistas privados da empresa mista. "A alta dos combustíveis é uma aberração que praticamente nega a razão de ser da própria existência institucional da Petrobras. A política de preços adotada está equivocada e desrespeita a sua estrutura de custos", disse o pedetista, no Twitter. "O Exército nas ruas é mais uma demonstração da incapacidade do Temer de lidar com uma crise criada por um dos seus homens: Pedro Parente. Temer age com covardia, com uma política de preços de combustíveis que se ajoelhou diante do mercado. E agora apela para a força militar", escreveu Guilherme Boulos, do PSOL. Era o sinal definitivo de que a categoria havia instalado o debate sobre os rumos e o papel estratégico da Petrobras num ponto alto da agenda eleitoral.
Fonte El Pais

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Autônomos fecham rodovias contra aumento do diesel



Abcam quer que governo retire os impostos do combustível usado pelos caminhoneiros e ameaça greve
Nelson Bortolin
Pelo menos cinco protestos de caminhoneiros autônomos contra a alta do preço do diesel foram realizados no País na segunda-feira (14). Em Minas Gerais, houve bloqueios na BR 040, perto de Conselheiro Lafaiete e na 381, em João Monlevade.  Em São Paulo, a manifestação foi na Raposo Tavares, no município de Angatuba. Em Londrina, no Paraná, um grupo fechou a BR 369, no trecho urbano. E também houve protesto no Porto de Salvador.
Desde que a nova política de preços da Petrobras foi implantada em julho do ano passado, o diesel comum subiu 19% na média nacional, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O aumento do S10 foi de 17%.
No início da noite desta segunda-feira, quando a reportagem chegou ao local do protesto em Londrina, os bombeiros apagavam o fogo colocado em pneus por manifestantes para liberar a pista de BR 369. Embora tenha ocorrido diante da sede do Sindicam (Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos) de Londrina, o presidente da entidade, Carlos Roberto Dellarosa, nega que tenha responsabilidade pela manifestação. “Não concordo com esse tipo de manifestação com pneu queimado”, disse.
Dellarosa tem ido a Brasília participar de discussões com deputados a respeito da situação do caminhoneiro autônomo, que estaria sendo remunerado com valores abaixo do custo de sua atividade. Para ele, se o governo fiscalizasse a emissão dos conhecimentos eletrônicos de frete seria mais difícil ocorrer tal exploração. “Num frete de Londrina a Cuiabá você gasta R$ 3 mil de óleo diesel. Mas tem transportadora que coloca R$ 1 mil para pagar menos imposto”, conta.  Segundo ele, o Estado de Mato Grosso é o único que fiscaliza a emissão do documento. Ver entrevista no vídeo:

Já a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros) está pedindo ao governo federal que zere os impostos cobrados sobre  o óleo diesel usado pelos caminhoneiros autônomos. “Além da correção quase diária dos preços dos combustíveis realizada pela Petrobras, os tributos PIS/Cofins majorados em 2017, somando a isso a Cide, são o grande empecilho para manter o valor do frete em níveis satisfatórios”, escreveu o presidente da entidade José da Fonseca Lopes ao presidente Michel Temer nesta segunda-feira (14). De acordo com ele, 42% do preço do combustível é de impostos. Clique aqui para baixar o ofício da entidade.
Fonseca prometeu que a categoria irá fazer greve geral se nada for feito.. Apesar de propagar a greve, o presidente da entidade diz ser contrário ao fechamento de rodovias. “Vamos ficar todos em casa”, alega.
Para o presidente do Setcepar (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga), Marcos Battistella, a nova política de preços da Petrobras, que resulta em correções praticamente diárias nos preços dos combustíveis, está prejudicando todo o setor. “Fica difícil você negociar com os embarcadores (donos da carga). Deveriam deixar acumular 30 dias”, sugere. De acordo com ele, nem todas as empresas conseguem repassar os reajustes aos seus clientes. Ele admite que, no caso dos caminhoneiros autônomos, a situação é pior.
Em relação ao pedido da Abcam para desonerar os combustíveis, ele afirma que não acredita “em Papai Noel”. “O governo quer é aumentar os impostos, nunca baixar”, declara.
POSTOS
Do outro lado do balcão, o  diretor da Fecombustíveis (Federação Nacional dos Postos de Combustíveis) e da rede paranaense  de postos Túlio, Giancarlo Pasa, diz que os transportadores têm de se acostumar com a nova forma de a Petrobras reajustar preços.  “Depende da situação internacional. Essa é a nova realidade. Acontece no mundo todo. Só no Brasil não acontecia”, diz ele se referindo à paridade dos preços internacionais.
Para o empresário, é preciso “precificar o frete” diante da nova realidade. “Em vez de focar no governo, (os transportadores) deveriam focar nos embarcadores”, considera. “Essa situação é ruim num momento de alta dos preços como agora, mas favorável ao setor no momento da baixa”, complementa.
Mas o presidente do Setcepar não acredita nisso. “Quando o preço do petróleo sobe no mundo, aqui sobe também. Quando caem, aqui continuam elevados”, contesta Battistella.
FONTE CARGA PESADA

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Contran exige novo dispositivo de segurança para basculantes

Depois de instalado o equipamento, veículos precisam passar por inspeção veicular o obter novo CSV
Nelson Bortolin
Entrou em vigor dia 1º de janeiro a obrigatoriedade de novos dispositivos de segurança para carretas basculantes e caçambas basculantes. Regulamentada pela resolução 563/2015, a novidade atinge todos os implementos do tipo em circulação no País. Os donos desses veículos podem optar por dois sistemas, o A ou o B.
O primeiro consiste num combinação de dois dispositivos: um que exige do motorista ou operador dois comandos para acionar a tomada de força e outro que emite aviso visual e sonoro quando o basculamento está sendo realizado. Já o tipo B combina o primeiro dispositivo do tipo A com outro eletrônico que desliga a tomada de força, evitando a elevação da carreta, toda vez que o veículo atinge 10 quilômetros por hora ou mais de velocidade.
Com a resolução, o Contran quer evitar acidentes como o que ocorreu na Rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo, em novembro de 2015, quando uma carreta basculada derrubou uma passarela. Veja abaixo imagens da TV do Diário do Grande ABC.

Gerente de pós-venda da Rodoeste, concessionária Randon em Cuiabá, Rodrigo Stecanela conta que a procura pelos equipamentos começou em julho do ano passado e muita gente ainda não os instalou. Na Rodoeste, só está disponível o do tipo A, a um custo de R$ 350. “Nós instalamos embaixo do banco do motorista”, conta. Stecanela diz não entender como ocorrem os acidentes com carreta elevada, uma vez que, sem os complementos trazidos pela resolução 563,  os sistemas já seriam bem seguros. “O motorista têm de acionar uma alavanca que sobe e desce e que conta com dispositivo de trava”, alega.
Depois de instalado o equipamento, o motorista precisa levar o veículo para inspeção veicular, já que a resolução, em seu artigo 5º, estabelece: “A apresentação do Certificado de Segurança Veicular (CSV) será exigida anualmente para o licenciamento destes veículos.”
A reportagem apurou que uma inspeção do tipo sai entre R$ 500 e R$ 700 por veículo, sem as taxas do Detran.
BRONCA
Diretor executivo da Associação dos Transportadores de Mato Grosso (ATC), Miguel Mendes não é contrário à instalação dos equipamentos, mas critica a burocracia e os custos.  “O dispositivo de segurança não modifica as característicos do veículo onde é instalado, e muito menos nos semirreboques basculantes que não sofrem qualquer tipo de alteração. Mesmo assim, a resolução do Contran exige inspeções periódicas de segurança anuais. E só libera o licenciamento destes veículos após a emissão do Certificado de Segurança Veicular (CSV)”, afirma.
De acordo com ele, em sua região (Rondonópolis), o proprietário de um bitrem basculante terá que desembolsar em torno de R$ 4 mil neste primeiro momento para atender à nova legislação e em torno de R$ 2 mil ao ano para custear as inspeções periódicas.
O engenheiro mecânico Rubem Penteado de Melo, da TRS de Curitiba, diz que os novos dispositivos de segurança são importantes pois evitam que os motoristas acionem a tomada de força sem querer durante a viagem. E garante que os acidentes do tipo são “frequentes”. Para ele, a inspeção do sistema é importante, já que os equipamentos podem ser adulterados. “É uma questão muito técnica, não dá para deixar para a fiscalização da Polícia Rodoviária”, entende.
O engenheiro não acredita que o Contran irá exigir dos transportadores que façam duas inspeções veiculares por ano. Para ele, aquela prevista na resolução 563 será substituída pela mais abrangente instituída pela 716, que passa a ser obrigatória no ano que vem.
A reportagem questionou a assessoria do Contran a esse respeito, mas ainda não obteve resposta.
FONTE CARGA PESADA

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Projeto de lei flexibiliza obrigação de uso de farol nos trechos urbanos de rodovias



A Câmara dos Deputados analisa proposta que libera a utilização obrigatória de farol, durante o dia, nos trechos de rodovias e estradas integrados ao sistema viário urbano, como pistas localizadas dentro de grandes cidades.
Projeto de Lei 8171/17, do deputado Damião Feliciano (PDT-PB), também obriga os motoristas a acenderem os faróis se houver chuva, neblina ou cerração. Hoje, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) determina o uso da luz de posição do veículo – os chamados faroletes – durante essas condições climáticas.
Lei do farol
Desde julho de 2016 (Lei 13.290/16) passou a ser obrigatório o uso de farol baixo, mesmo durante o dia, durante a circulação em estradas e rodovias. Para o deputado, no entanto, motoristas de municípios cortados por rodovias estão sendo multados desnecessariamente.
“Além de configurar incoerência na aplicação da lei, isso prejudica os condutores, pois, muitas vezes, uma rodovia em área urbana em nada difere das demais ruas e avenidas “, afirmou Feliciano.
Fonte: Agência Câmara Notícias & BLOG do Caminhoneiro

Polícia começa a multar caminhoneiros que transportam cargas amarradas por cordas



A Polícia Rodoviária Federal está multando caminhoneiros que transportam cargas amarradas com cordas. Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que entrou em vigor em janeiro deste ano, determina que os itens transportados sejam presos com cintas têxteis, correntes ou cabos de aço. Muitos motoristas informam que não sabiam da nova regra.
A medida, criada em 2015, determina que, além dos itens específicos para amarração da carga, é proibido que os cabos ou fitas fiquem presos à carroceria de madeira para evitar desgaste das estruturas.
Segundo a PRF, a medida é para dar mais segurança. “Você vê a estrutura da corda, com o tempo ela vai soltando, ela é muito flexível. Com o tempo, o próprio atrito com a carroceria, com parafuso, com partes mais rígidas. Quando arrebenta, a carga fica toda vulnerável. Aí é a hora que a gente corre risco do acidente, uma caixa cai”, explicou o inspetor Jander Costa.
Motoristas flagrados desrespeitando essa norma são orientados de como deve ser feito o transporte adequado e recebem uma multa de R$ 195. A infração é considerada grave, com cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
Muitos contam que não sabiam da nova exigência. “A partir da nova norma que entrou em vigor, a gente vai procurar se adequar para poder andar dentro dos padrões certos”, disse o caminhoneiro Silas Damazio.
Outros profissionais contam que já usavam cabo de aço ou cintas têxteis para transportar a carga mesmo antes da resolução entrar em vigor. “A amarração é tudo. Qualquer guinada que você der, até para desviar de um animal na pista, pode derrubar a caga no chão, em cima de outro veículo, causar um acidente grave”, explicou Paulo Flor.
Fonte: G1 & Blog do Caminhoneiro

Obra para evitar atoleiros na BR-163 não deve ser concluída este ano



Os atoleiros na BR-163 que tiraram o sossego de caminhoneiros e prejudicaram o escoamento de grãos no arco norte brasileiro, no ano passado, podem voltar a se repetir em 2018.
O Exército foi convocado para pavimentar a estrada e atua na região desde setembro do ano passado. O prazo de entrega da obra é até o final do ano, mas na opinião do ministro da Agricultura Blairo Maggi o trabalho não será concluído a tempo.
A BR-163 liga Cuiabá, em Mato Grosso, a Santarém, no Pará, e é considerada uma importante via de escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste pelos portos paraenses.
A rodovia tem 955 quilômetros de extensão, dos quais 100 quilômetros não estão asfaltados. O investimento para asfaltar o trecho de 65 quilômetros entre Novo Progresso e Igarapé do Lauro, no Pará, está orçado em R$ 128 milhões.
Nos períodos de maior intensidade de escoamento da produção, trafegam até 1.500 caminhões pela BR.
Fonte: Rádio Agência Nacional e Blog do Caminhoneiro

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Caminhoneiros deflagram greve contra baixo valor do frete



Desde a sexta-feira (13 de Janeiro), vários pontos de rodovias em MT estão com bloqueios parciais por conta de uma greve de caminhoneiros. Os caminhoneiros, liderados pelo Movimento dos Transportadores de Grãos, lutam pela melhora do valor do frete, defasado há vários anos, e também a redução do valor do diesel.
Nos pontos de bloqueios só estão sendo parados caminhões graneleiros, e os motoristas são convidados a se juntarem ao movimento grevista. O primeiro ponto de paralisação ocorreu em Rondonópolis-MT, na BR-364. Agora há pelo menos seis pontos de paralisação, sendo na BR-364 em Rondonópolis, nos km km 119, na pista norte, km 201, na pista sul, no km 206, as duas pistas sentido sul (o trecho é duplicado), e no km 209, na pista norte, também na BR-163, entre Matupá e Peixoto de Azevedo-MT, e outro ponto entre Matupá e Guarantã do Norte-MT.
Os caminhoneiros também começam a se mobilizar em outros estados do país, para aumentar o movimento grevista. No Paraná o Sinditac irá fazer uma reunião na tarde de hoje para saber se inicia protestos no estado. Diversos grupos nas redes sociais também servem como pontos de troca de informações entre os caminhoneiros, e com isso o movimento grevista deve engrossar nos próximos dias.
No mês de dezembro, o projeto que cria a tabela de preços mínimos do frete teve a primeira aprovação na Câmara. Ainda falta aprovação final na Câmara, Senado e sanção presidencial. Esse é o principal ponto da greve, pois o projeto é de 2015 e estava engavetado até agora.
Vale lembrar que um movimento grevista tímido tomou as estradas de todo o país em 2015, e o governo na época prometeu aprovar rapidamente diversas mudanças para o setor de transportes. Porém até o momento quase nada mudou na situação dos caminhoneiros, e as novas altas do diesel aliadas à defasagem do valor do frete compromete ainda mais o setor de transportes, que já está em “fase terminal”, conforme indicam números recentes.
FONTE BLOG DO CAMINHONEIRO

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O dia com maior movimentação será nesta quarta (06/09) com mais de 24 mil deixando o Rio em direção às principais cidades turísticas

Passageiros que estiverem no terminal poderão doar brinquedos para crianças carentes na 3ª Campanha do Brinquedo

Segundo a previsão estatística da Concessionária Novo Rio, o feriado de 7 de setembro deverá movimentar 214.600 pessoas pelo terminal rodoviário Novo Rio. Estão programados 7.930 ônibus da próxima quarta-feira (06/09) até a segunda-feira (11/09). Destes, 1.580 são horários extras para atender a demanda. A expectativa é grande para destinos de curta distância como as cidades das regiões dos Lagos, Costa Verde e Serrana, no Estado do Rio de Janeiro. As cidades de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo também registram boa procura. O maior movimento de saída de passageiros deverá acontecer na véspera do feriado (06/09) com 24.100 embarques. Muita gente deverá enforcar a sexta-feira (08/09) e retornar ao Rio no domingo (10/09), dia este com o maior registro de chegadas, com 24.400 passageiros desembarcando pelo terminal. 

Campanha do Brinquedo – Até o final de setembro, a Concessionária Novo Rio e a SOCICAM promovem a 3ª edição nacional da “Campanha de Brinquedos”. A iniciativa acontece nas rodoviárias Novo Rio (RJ), Roberto Silveira (Niterói), Terminal Tietê (SP) e outros 30 terminais de passageiros em todo o país com caixas coletoras para o recebimento de brinquedos novos ou em boas condições. As doações podem ser feitas a qualquer hora nos principais acessos das rodoviárias. O objetivo é proporcionar mais alegria a milhares de crianças carentes no dia 12 de outubro a partir do engajamento do público que circula pelos terminais. No Rio, as doações seguirão para a Fundação Ação Social Edmundo e Olga, mantenedora da Creche Anjinho Feliz, que atende 365 crianças moradoras dos morros de São Carlos, Mineira, Querosene, Zinco e Coroa, para a Casa de Apoio à Criança com Câncer de Santa Teresa, que assiste à mais de 100 famílias carentes no tratamento do câncer infantil no Estado do Rio de Janeiro entre outras instituições beneficentes. Desde sua primeira edição, em 2015, quase 4 mil brinquedos já foram entregues nas instituições cadastradas. Somente pelas rodoviárias cariocas circulam, em média, 60 mil/dia.

Dicas aos Viajantes  - Como em qualquer feriado prolongado, a procura deve ser grande, principalmente para a véspera do feriado. Por isso, uma das principais recomendações é que os viajantes antecipem a compra de seus bilhetes nos guichês ou pelo site www.novorio.com.br. O passageiro também não deve esquecer da documentação original com foto (RG, Carteira de Habilitação ou Carteira de Trabalho) exigida no embarque, principalmente nas viagens com maiores de 12 anos. Nas viagens com crianças menores de 12 anos ainda é aceita a certidão de nascimento original (Juizado de Menores -Tel. 21 2503-6317). Outra dica, desta vez para quem desembarca, diz respeito aos táxis. A concessionária sugere o uso dos credenciados (serviço regulado sob fiscalização pela SMTR – Secretaria Municipal de Transportes) nos guichês do setor de desembarque inferior. Para registros de queixas o passageiro deve acionar a Ouvidoria da Prefeitura (SAC 1746 ou www.rio.rj.gov.br/ouvidoria).

FONTE

sábado, 19 de agosto de 2017

Trechos ‘bons’ e ‘ótimos’ das rodovias cresceram 128%, diz CNT

Período analisado pela entidade vai de 2004 a 2016
Fonte: CNT
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou, nesta quinta-feira (10), o estudo Transporte Rodoviário – Desempenho do Setor, Infraestrutura e Investimentos. É a primeira análise da série histórica da Pesquisa CNT de Rodovias, compreendendo o período de 2004 a 2016. O estudo avalia a evolução da qualidade da infraestrutura, os investimentos no setor e propõe ações para solucionar os entraves identificados.
A CNT avalia 100% da malha federal pavimentada na Pesquisa CNT de Rodovias realizada anualmente. Na análise da série histórica 2004/2016, o estado geral das rodovias públicas federais melhorou 24,0 pontos percentuais, passando de 18,7% com classificação ótimo ou bom, em 2004, para 42,7%, em 2016.
Apesar da evolução da qualidade, 57,3% das rodovias públicas avaliadas ainda apresentam condição inadequada ao tráfego. Em 2016, cerca de 31 mil quilômetros ainda apresentavam deficiências no pavimento, na sinalização e na geometria. Esses problemas aumentam o custo operacional do transporte, comprometem a segurança nas rodovias e causam impactos negativos ao meio ambiente.
Nos 13 anos analisados, é possível perceber uma relação direta entre a qualidade das rodovias brasileiras e os investimentos federais em infraestrutura rodoviária. Em 2011, por exemplo, a União investiu o maior montante em infraestrutura de transporte no período, R$ 15,73 bilhões. O estudo divulgado identificou que, naquele ano, o percentual de rodovias consideradas ótimas ou boas foi de 41,3%. Já em 2004, quando houve o menor aporte de recursos no período analisado (R$ 3,90 bilhões em investimentos federais), apenas 18,7% das rodovias tiveram avaliação positiva na pesquisa da CNT.
Em 2015 e em 2016, apesar do baixo volume de investimentos (R$ 6,33 bilhões e R$ 8,61 bilhões, respectivamente), percebe-se a manutenção dos percentuais de avaliação positiva (42,1% e 42,7%). Isso ocorre, entre outros motivos, devido ao investimento em manutenção e em melhoria de sinalização, que têm custo menor.
Em 2016, o volume de recursos aplicados pelo governo federal nas rodovias retrocedeu praticamente ao nível de 2008, em valores reais. A estratégia do poder público foi investir os escassos recursos em ações de manutenção e recuperação de rodovias, que concentraram 64,3% do montante desembolsado em 2016.
Na avaliação da CNT, o histórico indicando que mais da metade dos trechos pesquisados estão inadequados demonstra a falta de priorização de investimentos em infraestrutura de transporte, ao longo dos anos, apesar de a maior parte das cargas brasileiras e dos passageiros ser transportada por esse modal.
Como parte da solução dos problemas persistentes nas rodovias, a Confederação Nacional do Transporte propõe maior participação da iniciativa privada em obras de infraestrutura, oferta de segurança jurídica e condições atraentes para os investidores, diversificação das formas de financiamento, transparência e eficiência na comunicação do governo com o setor privado.
Segundo a CNT, também é preciso definir regras de  priorização dos investimentos, alinhando os empreendimentos selecionados para receber recursos públicos com os objetivos do setor. Outra medida apontada pela Confederação é a exclusão da Cide-combustíveis da base de incidência da DRU (Desvinculação de Receitas da União) como forma de garantir mais investimentos em infraestrutura de transporte.
FONTE CARGA PESADA

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Caminhoneiros se organizam para parar o Brasil dia 1 de agosto

Os caminhoneiros estão se organizando para realizar um protesto nacional dia
1 de agosto (terça-feira) quando pretendem fechar as principais rodovias do
país e se manifestarem contra o aumento do combustível com alteração das
alíquotas do PIS e COFINS.
Em Barra do Garças, os caminhoneiros se preparam para fechar as Brs 158 e
070 na saída para Cuiabá e a manifestação será estendida para as cidades de
Água Boa, Nova Xavantina, Ribeirão Cascalheira e Confresa.
“Trata-se de um movimento nacional onde nós pretendemos mostrar ao
governo federal que não dá mais o povo não agüenta pagar tantos impostos e
com as coisas 􀃒cando cada vez mais caras. Nós queremos contar com apoio da
sociedade brasileira”, destacou Odilon da silva, um dos organizadores do
evento em Barra do Garças.
Os caminhoneiros criaram vários grupos de WhatsApp e estão se
comunicando através de rádio amador para se organizarem para o evento.
“Nós queremos parar no dia ‘ de agosto e se o governo não nos ouvir vamos
prorrogar a manifestação por mais dias”, destacou o caminhoneiro.
Faixas, cartazes e pan􀃓etos estão sendo preparados para essa manifestação.
Segundo os caminhoneiros, somente vão rodar nas rodovias no dia 1 de
agosto ônibus com passageiros, ambulâncias, viaturas de polícia e caminhões
com carga viva, medicamentos e equipamentos hospitalares.
“Nós estamos avisando com antecedência até mesmo para que as pessoas que
precisam viajar possam se programar e evitar as estradas no dia 1 de agosto”,
frisou o organizador do movimento em Barra do Garças.
A reclamação dos caminhoneiros se deve o reajuste perverso dos
combustíveis. Em Barra do Garças, um litro de gasolina está em média 4,13.
Mesmo com a liminar de um juiz de Brasília suspendendo o aumento da
alíquota do PIS e COFINS em Barra do Garças os donos de postos de gasolina
continuam praticando o preço majorado.
Na segurança púbica é outro problema sério. Segundo os caminhoneiros, a
Polícia Rodoviária Federal(PRF) em Mato Grosso diminuiu o patrulhamento nas
rodovias porque o governo federal cortou a cota de 190 mil de combustível da
corporação que hoje tem 90 mil disponíveis para utilizar até o 􀃒na do ano.
“Sem patrulhamento nas rodovias é um perigo para nós caminhoneiros e a
sociedade que precisa viajar. A população precisa acordar e se manifestar
contra essas medidas absurdas”, completou.
Fonte: Folha MT

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Devido a corte no orçamento, PRF reduzirá ações de fiscalização com radar móvel e policiamento

Em março, União publicou decreto que diminuiu o valor previsto para investimentos da corporação em todo o Brasil

Com o corte orçamentário imposto à Polícia Rodoviária Federal (PRF), as estradas federais do Rio Grande do Sul terão menos radares móveis flagrando abusos de velocidade cometidos por motoristas. Também haverá diminuição no policiamento nas rodovias e nas ações em fronteiras, que buscam combater tráfico de drogas, carros roubados e mercadorias contrabandeadas. As informações foram confirmadas pelo superintendente da PRF no Rio Grande do Sul, inspetor João Francisco Ribeiro de Oliveira, em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade desta quarta-feira (5).
— A fiscalização com o equipamento gera um custo de processamento e de postagem de correio para que de fato essas autuações gerem penalidade aos infratores. Neste momento, a gente não vai ter condições de fazer o processamento. O custo de correio para fazer essas notificações de penalidades é inviável para o orçamento atual — afirmou.
Publicado em 30 de março pela União, o decreto 9.018/17 diminuiu o valor previsto para investimentos na PRF em todo o Brasil. No começo do ano, o departamento estimava gastar R$ 420 milhões em 2017 no país. Com o decreto, o valor foi revisto para R$ 236 milhões, queda de 60% em relação ao orçamento de 2016.
De lá para cá, a direção geral da PRF tentou demonstrar ao Ministério da Justiça o impacto dos cortes, segundo o superintendente. Foi possível recompor apenas uma parcela da redução projetada inicialmente, mas não o valor suficiente para impedir que ações dos policiais rodoviários fossem suspensas.
— O decreto ocasionou corte nos ministérios. O Ministério da Justiça nos comunicou que havia projeção de corte. A direção geral fez esforço para mostrar as alterações e o prejuízo para a sociedade. Por questão de responsabilidade, teremos de adequar as atividades ao orçamento — comentou.
No Rio Grande do Sul, o investimento previsto para 2017 era de R$ 14 milhões. Ainda não há informação sobre o tamanho do corte que o Estado terá. De janeiro a junho, foram gastos R$ 6,7 milhões pela PRF no RS.
Conforme Oliveira, haverá suspensão de escoltas, atividades aéreas, redução de viaturas em patrulhamento e fechamento de postos. A PRF irá priorizar o atendimento a acidentes com vítimas, além do combate a atos ilícitos "já flagrados". O horário de funcionamentos dos postos também será alterado. Se as medidas não forem suficientes, unidades poderão ser fechadas ainda em 2017.
Além da diminuição de fiscalização com radar, as rodovias federais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina enfrentam, desde 27 de junho, a inoperância de controladores de velocidade. As infrações não estão sendo registradas porque o contrato chegou ao fim e ainda não foi prorrogado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Confira a nota divulgada pela PRF:
Atuação da Polícia Rodoviária Federal - Suspensão de serviços
Informamos que, em função de contingenciamento orçamentário imposto pelo Decreto 9.018/17, de 30 de março de 2017, que dispõe sobre programação orçamentária e financeira do Poder Executivo Federal para 2017, a Polícia Rodoviária Federal adotará medidas para adequação à nova realidade orçamentária.
Frente ao caráter temporário do contingenciamento, as medidas adotadas foram selecionadas de maneira que impactem o mínimo possível a atividade finalística do órgão e que possam ter reversão sem prejuízos à administração quando da recomposição orçamentária.
Com limites para aquisição de combustível, manutenção e diárias, as seguintes medidas serão adotadas:
Suspensão a partir do dia 06 de julho dos serviços de escolta de cargas superdimensionadas e escoltas em rodovias federais;
Suspensão imediata das atividades aéreas (policiamento e resgate aéreo) desempenhadas pela instituição;
Redução dos deslocamentos terrestres de viaturas em patrulhamento;
Desativação de unidades operacionais.
Buscaremos diminuir o prejuízo no atendimento de ocorrências emergenciais, priorizando atendimento de acidentes com vítimas, auxílios que sejam de competência exclusiva da PRF e enfrentamento a ilícitos. 
A desativação de unidades operacionais se dará conforme planejamento e adequação regional, com o policiamento das áreas das unidades desativadas sendo assumido por outras unidades operacionais, de acordo com critérios da gestão regional.
O horário de funcionamento das unidades administrativas também será alterado, com priorização de atendimento ao público no período compreendido entre 9h e 13h. As superintendências regionais da PRF divulgarão novos horários de funcionamento e atendimento.
Esclarecemos que a Polícia Rodoviária Federal, em conjunto com Ministério da Justiça e Segurança Pública, já está em tratativas com Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para uma célere recomposição do orçamento e consequente reestabelecimento dos serviços e normalização da atuação da instituição.
Assessoria de Comunicação Social
Polícia Rodoviária Federal
FONTE ZERO HORA

sexta-feira, 16 de junho de 2017

INMETRO reativa registros de ARLA 32

O aditivo ARLA32 é necessário para os novos caminhões com sistema SCR atenderem as normas de emissões

O INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) reativou os registros de duas marcas do agente redutor líquido automotivo, ARLA 32, da empresa Rodoquimica.
De acordo com o portal do instituto (confiar aqui), os produtos Air Clean e MaxxiAir já estão com os registros ativos.
A AFEEVAS (Associação dos Fabricantes de Equipamentos para Controle de Emissões Veiculares da América do Sul) permanece acompanhando e promovendo diversas ações de fomento às boas práticas de mercado.
 FONTE O CARRETEIRO

sábado, 3 de junho de 2017

Saiba o porquê trafegar com caminhão em má condição pode gerar multa grave

A maioria dos motoristas de caminhão se preocupa em cuidar de seus veículos, afinal, além de ser o instrumento para se ganhar o pão é também dentro da cabine que passam boa parte do tempo. Porém, um grande número de motoristas ainda insiste em deixar de lado os cuidados básicos com a máquina, atitude que pode ocasionar um final infeliz nesta história.
A PRF tem como missão a segurança com cidadania. Por isso, age ostensivamente nas rodovias federais com a finalidade de assegurar a fluidez do trânsito e a fiscalização de veículos, além da documentação relativa.
Mesmo com todo o empenho na fiscalização e na prevenção aos acidentes de trânsito, esse esforço se torna em vão se o motorista não cuidar da manutenção do seu caminhão. Esse descuido pode lhe custar a própria vida, além da vida de terceiros inocentes.
A manutenção vai desde o item mais básico, como a chave, até um dos mais importantes que são os freios. A má conservação ocasiona muitos acidentes com resultados trágicos. A PRF, nesse sentido, realiza fiscalizações específicas para verificação da manutenção de veículos, para a prevenção de acidentes.
Nestas fiscalizações são verificadas as condições dos pneus, sistema de iluminação, sistema de frenagem, presença de equipamentos obrigatórios, além da documentação do motorista e do caminhão. Por fim, é verificado se o motorista ingeriu álcool e estava dirigindo.
A multa para o carreteiro que trafega com o veículo em mau estado de conservação é grave, com 5 pontos na CNH e R$ 127,69, além da retenção do caminhão para regularização. Até ser regularizado, o veículo não pode circular, podendo ser apreendido se o saneamento não for realizado. Por exemplo, se o Agente da PRF verificou que o caminhão está com pneus que não ofereçam segurança, ele vai ter que substituir o item para poder continuar a viagem.
Portanto, quando o motorista faz a manutenção preventiva, realiza a checagem periódica dos itens de segurança, além de economizar no tempo ele terá uma viagem segura, sem contratempos ou frustrações e, numa fiscalização, evita o aborrecimento de ter o veículo retido e ser multado por algo que é seu dever.
FONTE O CARRETEIRO

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