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sábado, 19 de maio de 2018

Os desafios da rota dos minérios



Depois da safra de grãos e da cana, a Carga Pesada e a Mercedes-Benz trazem uma reportagem sobre a Rota dos Minérios. É a continuidade do projeto As estradas falam, a Mercedes-Benz ouve e a Revista Carga Pesada publica. Veja vídeos desta matéria em nosso site, no Facebook e Youtube
O motorista Enéas Leite Fernandes: emprego bom é aquele em que se passa o fim de semana em casa
Força e robustez são palavras-chave no transporte de minérios. Foi o que constatamos em visitas a duas empresas do ramo na região de Belo Horizonte: a Flapa Engenharia e Mineração e a Ferro+ Mineração, do Grupo J.
Mendes.
A Flapa, empresa com mais de 25 anos de mercado, utiliza em suas operações o Mercedes-Benz Axor 4144 com tração 6×4 e caçamba de 16 m³. Já a Ferro+ optou pelo Actros 4844 8×4, que opera com caçamba meia-cana de 20 m³. Ambas atendem clientes gigantes e tradicionais do setor, como a Vale e a CSN.
A Mercedes-Benz lidera o segmento de caminhões fora de estrada com mais de 50% de participação de mercado no acumulado de 2017. Nas condições severas das cavas de mineração, os modelos da montadora estão mostrando que aguentam o tranco e ainda oferecem conforto aos operadores.
“Padronizando a frota, facilitamos nossa gestão”, afirma Paulo Thiago Miranda, gerente geral da Flapa
A Flapa possui uma frota de 200 caminhões, todos Mercedes-Benz. “Nossa prioridade é a excelência operacional, por isso trabalhamos com as melhores marcas, que são a Caterpillar, no caso das máquinas, e a Mercedes nos caminhões. Padronizando, facilitamos nossa gestão”, afirma Paulo Thiago Miranda, gerente geral da empresa.
Em função das margens cada vez mais apertadas, a mineradora optou por ter sua própria área de manutenção, além de caminhões e máquinas reservas para cobrir emergências. O sistema funciona bem, tanto que no dia da nossa visita a oficina da operação de Belo Vale (também existe uma base em Araxá) estava vazia e todos os equipamentos em plena operação na mina.
Anderson Flores, da Mercedes-Benz, Paulo Thiago Miranda, Luiz Mateus de Almeida, Túlio Souza e Maurício Wenceslau, da Flapa
Segundo Túlio Sousa, responsável pela área, depois do diesel, o óleo lubrificante, os filtros para manutenção preventiva e os pneus são os itens de maior peso na planilha. Na mineração, o controle é feito por horas de operação, e a cada 250 horas em média – 30 a 40 dias de atividade – os primeiros itens precisam ser trocados. Uma análise favorável da qualidade do óleo pode estender a troca para até 500 horas, e ainda evitar danos maiores nos componentes principais através da identificação de desgastes que são evidenciados através da análise de óleo. Já na economia com pneus, os cuidados com a calibragem, rodízio, e com a manutenção das estradas são essenciais para prolongar a vida dos pneus que são recapados em média três vezes na operação da mineradora.
Em tempos de baixa oferta de emprego, os motoristas demonstram satisfação com o trabalho. Enéas Leite Fernandes já dirigiu o “Centopeia”, como é conhecido entre os mineiros o Actros 4844 8×4, por ser curto e ter quatro eixos, e hoje está com um Axor 4144. Ele destaca a força e a economia do veículo. Diz que, para ser um bom motorista, o mais importante é gostar da profissão e também conhecer o equipamento. Enéas já trabalhou com caminhão rodoviário, mas optou pelo transporte de minério para estar todo dia em casa, ao lado da esposa e da filha. Ele trabalha das 7 às 17 e folga nos fins de semana. “Salário não é tudo, importante é a gente fazer o que gosta e estar bem com a família”, resumiu.
Um Actros 4844 , o “Centopeia”, recebe sua carga: o serviço não é pra qualquer um
TIRO CURTO – Com base em Ouro Preto, a mineradora Ferro+ conta com uma importante vantagem operacional: estar situada bem próxima de seus principais clientes, a Vale e a CSN. Com as curtas distâncias entre elas, as entregas de minério beneficiado podem ser feitas por acessos internos, reduzindo a utilização da movimentada BR-040. “As distâncias são de 6,5 a 8 quilômetros, em média, o que otimiza as entregas e diminui o tempo gasto durante o transporte”, explica o superintendente de mineração, Gilmar Vieira, profissional com mais de 25 anos de experiência no ramo da mineração e que está há cinco anos à frente da empresa.
Presente no setor de mineração há mais de 50 anos, o grupo J. Mendes está em processo de expansão das minas da Ferro+ e de sua outra unidade, a JMN Mineração, que fica na cidade de Desterro de Entre Rios. Além dos projetos em andamento, o grupo está em processo de licenciamento para abertura de novas minas, também em Minas Gerais: “Nossa previsão para este ano é produzir cerca de 5 milhões de toneladas de minério de ferro, contra 3,4 milhões produzidos no ano anterior”, estima Gilmar.
A empresa tem metas ainda mais ambiciosas para 2019, quando espera um crescimento de 30%, proporcionado pelas expansões e novas minas. Para conseguir tornar essas metas realidade, o desafio é baixar ao máximo o custo por tonelada transportada pela frota composta por 25 caminhões, dos quais 19 são Mercedes-Benz Actros 4844. “Nosso empenho é estar sempre à frente em termos de tecnologia”, comenta Gilmar. Ele acrescenta que a escolha dos caminhões da Mercedes- -Benz foi resultado da confiabilidade da marca: “Temos disponibilidade constante do equipamento, além de segurança e conforto para o operador”, explica. O motorista Ednailson de Souza Lima reforça as palavras de Gilmar.
Ele destaca que o Actros é um caminhão forte e que desenvolve o trabalho em qualquer clima com segurança: “Além disso, tem uma cabine confortável, com banco reclinável e ar condicionado”, lembra. Embora tenha caixa automatizada, na maior parte do tempo na mineração é muito comum o engate manual: “Numa descida com piso úmido, por exemplo, ele poderia pular marcha e acelerar. No manual dá mais segurança”, explica.
Ednailson de Souza Lima, da Ferro+: o Actros oferece segurança com qualquer clima
MEIO AMBIENTE – A Ferro+ utiliza desde 2014 e a Flapa também está investindo no processo de filtragem do produto e do rejeito, dispensando o uso das barragens para armazenamento e contenção de resíduos resultantes do processo de beneficiamento. Nesse modelo, as barragens são substituídas por pilhas de rejeito já seco resultante do processo de filtragem e diques menores de decantação, chamados de baias. Outra frente de trabalho das duas empresas com foco no meio ambiente é a reutilização da água.
No beneficiamento a úmido, elas utilizam a filtragem e baias de contenção para maior recuperação da água do processo de concentração do minério. Já no processo a seco, a água é dispensada na britagem e peneiramento. Este sistema, no entanto, só pode ser utilizado em minas de alto teor de ferro.
Gilmar Vieira, da Ferro+: “Nosso empenho é estar sempre à frente em termos de tecnologia”
Conheça o Projeto Na Rota dos Minérios, uma parceria da Revista Carga Pesada e ‘Mercedes-Benz Caminhões’ (@mercedesbenzcaminhoes)
FONTE CARGA PESADA

VOLVO: Caminhões autônomos, só em áreas confinadas



E com motorista dentro! Essa é a visão imediata da Volvo, que já tem desses veículos em operação, inclusive no Brasil
Os caminhões autônomos, que já estão em operação, não prescindem da presença do motorista, e a introdução gradativa dessa tecnologia deve acontecer em áreas confinadas, onde não existe trânsito regular. É o que afirma Lars Terling, vice-presidente global da Volvo Trucks, um dos painelistas do Seminário “Tendências Futuras e Inovação”, realizado em Itajaí (SC), quando a Volvo Ocean Race, regata de volta ao mundo patrocinada pela marca, passou pelo Brasil.
Lars Terling
Veículos autônomos vêm sendo desenvolvidos em todos os segmentos da indústria automotiva, com protótipos ou até em pequena escala comercial, no caso de automóveis. Lars Terling entende que, no caso dos caminhões o cenário é outro. “Acreditamos que veículos autônomos serão gradativamente introduzidos em aplicações muito específicas, como nas operações de transporte muito repetitivas, nas quais o motorista é submetido a uma rotina extenuante. E apenas em áreas confinadas, sem trânsito regular. Nesses casos, caminhões autônomos ajudam a manter a condução uniforme por muito mais tempo, com menos cansaço e mais segurança”, diz o especialista.
A Volvo já colocou veículos em operações reais desse tipo, como numa mineração subterrânea em Boliden (Suécia) e até no Brasil, na colheita de cana-de-açúcar em Maringá (PR). “Importante destacar que os autônomos que já temos não prescindem do importante papel do motorista. Eles continuam sempre atrás do volante, mas têm sua atuação facilitada pela tecnologia, que garante mais precisão e produtividade”, pontua o executivo.
“Os efeitos climáticos, o crescimento da população mundial e a demanda por mais segurança são fatores determinantes para o desenvolvimento tecnológico da indústria automotiva, especialmente em veículos comerciais”, afirma Lars Terling.
Autônomo da Volvo em Maringá
Em relação à conectividade, também já há inúmeros sistemas que permitem fazer a gestão remota de frotas. Com isso, os transportadores obtêm dados confiáveis para compartilhar com os embarcadores, assegurando grande produtividade logística.
Há casos de empresas que tiveram reduções significativas em seus custos operacionais, graças à economia de combustível, prolongamento da vida útil de componentes dos veículos e até redução de acidentes.
A montadora também acaba de apresentar na Europa um caminhão elétrico para entregas urbanas. Projetado com foco em operações noturnas, o FL Electric é silencioso e eficiente, podendo rodar até 300 km com uma única recarga. Estará à venda na Europa em 2019.

FONTE CARGA PESADA

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Mercedes-Benz inaugura maior Campo de Provas do Brasil



Com investimentos de cerca de R$ 90 milhões, unidade fica em Iracemápolis (SP)

A Mercedes-Benz inaugurou nesta terça-feira (15), em Iracemápolis (SP), o maior Campo de Provas do Hemisfério Sul, que é também o mais avançado e tecnológico do Brasil para caminhões e ônibus. Com investimento de cerca de R$ 90 milhões, o local abriga, num terreno de 1,3 milhão de metros quadrados, uma estrutura especializada e 16 pistas de asfalto, concreto e terra, numa extensão total de 12 km para diversos tipos de testes.
“Esse moderno e avançado Campo de Provas amplia notavelmente nossa capacidade de simulações e testes, acelerando e otimizando cada vez mais o desenvolvimento tecnológico de veículos comerciais para nossos clientes do Brasil e de outros mercados de exportação”, afirma Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

A Mercedes-Benz do Brasil investiu cerca de R$ 90 milhões no Campo de Provas, com a perspectiva de geração de oportunidades de trabalho para a cidade de Iracemápolis e a região. “Referência de um dos mais modernos Campos de Prova do mundo Localizado ao lado da fábrica de automóveis em Iracemápolis, o Campo de Provas da Mercedes-Benz do Brasil toma por base um modelo similar ao da Daimler em Wörth, na Alemanha, um dos mais modernos do segmento de veículos comerciais da companhia e também do setor em todo o mundo. Com isso, serão realizados, aqui no Brasil, testes com o mesmo rigor e padrão técnico e métrico seguidos por outras unidades do Grupo. “
Christof Weber, vice-presidente de Desenvolvimento de Caminhões e Agregados da Mercedes-Benz do Brasil e um dos responsáveis pela idealização do Campo de Provas de Wörth e também do Brasil.
Construído em 18 meses, o Campo de Provas da Mercedes-Benz do Brasil conta com uma área total de 1.300.000 metros quadrados. Esta área de terreno equivale a 150 campos de futebol. Na terraplanagem, foram movimentados 1.500.000 metros cúbicos de terra. O Campo de Provas de Iracemápolis conta com 16 pistas de testes (14 pistas para verificação de durabilidade estrutural, uma de conforto acústico e térmico e uma de terra), numa extensão total de 12 km.
Cada placa de concreto das pistas de durabilidade mede 5 metros de comprimento, com várias medidas de largura, e pesam de 15 a 18 toneladas, o que exigiu uma complexa obra de fundação. A técnica de construção civil e os materiais utilizados asseguram 30 anos de uso sem alteração na consistência da fundação e das placas. Além disso, o projeto exigiu dos construtores uma tolerância máxima de 5 mm na superfície das placas. Este foi um grande desafio encarado e vencido pela engenharia civil brasileira.
A manutenção das características das pistas por 30 anos garante um altíssimo grau de repetibilidade dos testes, o que resulta em alta qualidade e confiabilidade no desenvolvimento dos veículos. O Campo de Provas também traz a avançada tecnologia de conectividade do Driver Guidance System. Esta grande novidade no mercado brasileiro se destaca por trazer conceitos da Indústria 4.0 para a área de desenvolvimento da Mercedes-Benz do Brasil.
Este sistema utilizado pela Daimler permite conexão global de todas as pistas de testes de durabilidade do Grupo no mundo. Dessa forma, os engenheiros podem acompanhar, em tempo real, todos os veículos que estão sendo testados em qualquer um dos Campos de Provas. Com o sistema de monitoramento de altíssima precisão, é possível verificar todos os dados e informações que estão sendo avaliados num exato momento pelas equipes de desenvolvimento.
Campo de Provas trará ganhos de produtividade e know-how
O Campo de Provas é um laboratório que simula, em condições reais, as características de robustez e durabilidade dos veículos que estarão em breve nas ruas e estradas do País. A robustez é um grande destaque na realização de severos testes no Brasil. Assim, o Campo de Provas traz ganhos de produtividade para a Mercedes-Benz na execução de testes e desenvolvimento de caminhões e ônibus. Isso se deve ao fato de que todas as atividades estão concentradas num mesmo local, incluindo variados testes funcionais, de ruído, estruturais e off-road, além de homologações de itens de segurança e ruídos. Esse Campo de Provas é o único do Brasil com uma pista de terra concebida especificamente para testes de ônibus e caminhões que operam em atividades fora de estrada, como os extrapesados. Isso é fundamental frente às severas exigências das estradas brasileiras, especialmente de setores vitais da economia nacional, como produção de grãos, cana-de-açúcar e mineração.
A pista de terra também garante qualidade conforme as exigências de países com pavimentos ainda mais agressivos. A pista de testes de conforto acústico e térmico completa a estrutura do Campo de Provas. Os testes são realizados de acordo com a norma ISO 10.844, visando a homologação nacional e internacional dos diferentes componentes dos veículos.
Além das pistas de testes, o Campo de Provas conta com uma estrutura de apoio com salas, computadores, rede de TI e oficina mecânica. Compartilha com a fábrica de automóveis recursos de segurança, atendimento médico, alimentação e outros serviços aos colaboradores da equipe. A empresa responsável pela concepção do projeto do Campo de Provas foi a alemã Tilke, que já atende a Daimler na Alemanha.
 Caminhão laboratório traz a realidade das estradas para as pistas do Campo de Provas
A Mercedes-Benz do Brasil, em parceria com sua matriz, decidiu realizar aqui no País um complexo e robusto programa de coleta de dados por meio de um caminhão laboratório instrumentado com 260 sensores. O veículo percorreu 16.000 quilômetros por diversas regiões do Brasil, com 1.500 quilômetros de trechos off-road.
Foram vários meses armazenando dados das estradas brasileiras, obtendo um valioso conhecimento, muito próximo das operações de caminhões extrapesados. “Por meio dos sensores instalados no caminhão, uma imensa quantidade de dados foi registrada e analisada. Isso nos permitiu desenvolver um programa de testes muito diferenciado para esse Campo de Provas, que tem a cara do Brasil”, afirma Philipp Schiemer.
O caminhão laboratório, um cavalo mecânico Actros, foi submetido a diversas simulações de carga e tração, com vários tipos de semirreboques. Durante o programa de captação de dados, foram realizadas medições de acelerações, deformações, deslocamentos e temperaturas, com o veículo carregado e vazio. Dados de força e torque foram captados por meio de 6 rodas de medição. Do mesmo modo, os sensores coletaram informações de 20 cursos de suspensões do veículo e cabina, 69 sinais de acelerações e 64 de deformações distribuídos ao longo do veículo, 16 forças de suspensão de cabina, coxim do motor e quinta roda do veículo, 2 torques e 2 rotações dos cardans, sinais de GPS e da estrutura CAN do veículo.

Além disso, todos os trechos percorridos foram filmados com uma câmera full HD. Além dos 16.000 km, também foram coletados dados muito importantes de setores da cana-de-açúcar e da mineração, além dos testes que a Empresa realiza em circuitos confinados. A captação e a armazenagem de dados foram feitas com altíssima tecnologia e qualidade. Os dados obtidos serão utilizados para desenvolvimento de novos veículos e para o aprimoramento de produtos de linha. E são justamente esses dados que passam a ser referência para os testes do Campo de Provas.
FONTE CARGA PESADA

Melhor motorista de caminhão do Brasil trava luta contra o câncer



Apesar de liminar obtida na Justiça, Fernando Pitanga ainda não conseguiu o remédio do qual depende para sobreviver
Nelson Bortolin
Uma corrida contra o tempo. Para o caminhoneiro baiano Fernando Pitanga, 43 anos, não dá mais para esperar. Sua vida depende de um remédio fabricado nos Estados Unidos, o Nivolumab, que custa no Brasil cerca de R$ 12 mil a dose. O tratamento imunoterápico consiste em duas aplicações da droga por mês por tempo indefinido.
Para Pitanga, que luta contra um tipo agressivo de câncer, o melanoma metastático, quimioterapia e radioterapia estão fora de cogitação, segundo os médicos.
Sem recursos, a família foi à Justiça e conseguiu uma liminar obrigando o SUS a oferecer o remédio, que ainda não chegou a ele. Questionada pela Carga Pesada, a assessoria da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) informou que o Nivolumab foi comprado dia 4 de maio. E que o fornecedor tem prazo até sábado (19) para entregá-lo. “Estou muito preocupada com Fernando. Ele já não anda, só come comida batida”, conta Monaliza, a mulher do motorista.
Em 2010, o baiano foi o campeão do concurso Melhor Motorista de Caminhão do Brasil, recebeu ajuda para financiar um caminhão, deixou de ser empregado e foi trabalhar como autônomo. Seis anos depois da consagração no campeonato da Scania, teve outra reviravolta na vida, ao descobrir o câncer. Fez cirurgia para retirada do tumor de pele, passou por tratamento, e voltou a trabalhar.
Em 2017, a doença voltou atingindo fígado e pulmão. Como autônomo, Pitanga travou uma guerra com o INSS, que lhe negou benefício. Precisou buscar a Justiça para conseguir receber. Durante algum tempo, o motorista e a família sobreviveram da solidariedade dos amigos caminhoneiros, que fizeram uma campanha de arrecadação na internet .  “A gente passou mais de seis meses vivendo do que os caminhoneiros depositavam. Se os amigos do Fernando não tivessem se sensibilizado, a gente não tinha como viver”, conta a mulher. Depois da disputa jurídica, o benefício foi concedido até agosto deste ano.
No Facebook, a guerreira Monaliza faz uma campanha para que o maior número de pessoas ajude a pressionar o governo da Bahia a entregar o medicamento o mais rápido possível. Se você quiser apoiá-la, clique aqui.
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Família VW Constellation apresenta pacote Robust

Com novo visual e vocação para o trabalho pesado, pacote se soma às já conhecidas versões Trend e Prime
A família Constellation começa o ano com uma novidade nas concessionárias de todo o Brasil: a estreia do pacote Robust, que dá nova cara aos modelos e amplia sua vocação para o trabalho pesado com o melhor custo de aquisição.
Já à venda, o pacote Robust se soma às já conhecidas linhas Trend e Prime. Disponível para a versão Constellation Cabine Estendida, traz a robustez necessária para quem precisa de um caminhão com durabilidade e baixo custo de investimento.
Graças ao novo design do para-choque, curto e metálico, os modelos Constellation Robust terão maior ângulo de entrada, o que amplia sua vocação para encarar os mais difíceis terrenos.
O pacote Robust está disponível para a Linha Constellation, desde o segmento de médios até pesados, englobando os modelos 13.190, 15.190, 17.190, 17.230 e 23.230.
A família Vocacional também contará com a versão Robust nas linhas Compactor, Distributor e Constructor Constellation 17.260, 24.260 e 26.260, além de versões 190 e 230 cv.
“O novo pacote multiplica as já numerosas opções de caminhões vocacionais Volkswagen, com veículos sob medida para as mais diversas aplicações e robustez consagrada para o trabalho pesado”, afirma Andria Cristina Giusti, engenheira de Marketing do Produto da MAN Latin America.
Sucesso há mais de uma década
Com mais de 211 mil unidades produzidas desde seu lançamento, a família Constellation é sucesso no Brasil. Um de seus modelos é, não à toa, o terceiro caminhão mais vendido do país: com 2.097 licenciamentos em 2017, o VW Constellation 24.280 ficou atrás apenas dos irmãos menores, o VW Delivery 8.160 e VW Delivery 10.160, primeiro e segundo colocados no ranking geral de vendas, com respectivamente 2.407 e 2.137 emplacamentos.
Entre os semipesados o VW Constellation 24.280 reinou absoluto. Indicado para serviços rodoviários de média e longa distância, conta com motor MAN D08 de 277 cv de potência e 1.050 Nm de torque, dispensa o uso do Arla 32 e se mostra ainda mais vantajoso para esse perfil de operação, além de facilitar o processo de implementação.
Há onze anos consecutivos a MAN Latin America / VW Caminhões e Ônibus tem o caminhão mais vendido do Brasil.
FONTE CARGA PESADA

Planos Flexíveis serão metade dos programas de manutenção da Scania até o fim do ano



Montadora já tem mil contratos do tipo; novidade foi lançada em outubro do ano passado

Lançada há apenas seis meses, a Manutenção com Planos Flexíveis deve representar mais da metade das vendas de Programas de Manutenção da Scania no Brasil até o final de 2018. Durante apresentação do balanço de 2017, nesta segunda-feira, 26, em São Paulo, a montadora informou que já foram negociados mais de mil contratos do tipo.
“Confiamos na eficácia deste produto, pois sabemos que essa preocupação com cada detalhe da operação dos clientes é uma exclusividade da Scania. Colocamos o mercado de transporte nacional no patamar de personalização da operação, ou seja, conseguimos oferecer serviços individualizados e com pagamento variável de acordo com a necessidade de cada caminhão de cada frota. Antes ninguém tinha pensado nisso”, esclarece Gustavo Andrade, gerente do portfólio de Serviços.
A conectividade é a base de funcionamento da Manutenção com Planos Flexíveis, pois é por meio dos dados recebidos que a cobrança do plano de cada caminhão é feita, além do próprio cálculo do plano e as próximas paradas.
O novo sistema permite a conexão de informações feita por meio dos Serviços Conectados, identificando diversos fatores como estilo de condução do motorista, velocidade média, consumo de combustível e intervalos de manutenção. Portanto, passa a existir uma gestão compartilhada entre a transportadora e a rede de concessionárias, resultando em  mais assertividade e previsibilidade da operação.
PERSPECTIVAS
Confiante em uma melhora na economia nacional e em bons resultados, a Scania aposta na recuperação e um balanço positivo no mercado de caminhões em 2018. De acordo com as previsões da marca, o resultado do segmento acima de 16 toneladas, que compreende os veículos semipesados e pesados, deverá superar as 40mil unidades. Essa quantidade representa aumento de 30% em relação ao resultado de 2017.
“Há um reaquecimento da economia com o aumento da confiança do consumidor, devido ao descolamento do cenário político. Temos uma melhora gradativa do mercado e contamos com alguns fatores que poderão ser decisivos para um ano melhor, como a baixa dos juros e uma renovação da frota Euro 5, adquirida no auge do mercado entre 2012 e 2014”, explica Roberto Barral, vice-presidente das operações comerciais da Scania no Brasil.
BALANÇO
Durante a coletiva de imprensa em São Paulo, a montadora informou ter emplacado 5.754 caminhões em 2017. Em todas as categorias em que atua, acima de 16 toneladas, – caminhões semipesados e pesados – houve alta de vendas e de participação de mercado. A Scania vendeu 36,5% a mais do que em 2016 (4.216 unidades), em um mercado total que cresceu10,7%. No segmento dos pesados, que teve a briga mais intensa pela liderança da indústria, a marca vendeu 4.901 unidades. Alta de 39,5% em relação aos 3.514 modelos comercializados de janeiro a dezembro de 2016. Enquanto o mercado cresceu 26,5%. Foi o maior crescimento entre as marcas de caminhões.
A Scania teve Market Share de 26,1% em 2017 contra 23,5% de 2016. Nos semipesados, as 853 unidades comercializadas pela marca propiciaram um acréscimo de 21,5%, no comparativo com os 702 veículos de 2016, e foram na contramão da queda de 5,7% da categoria.“ Foi o maior índice de crescimento da categoria. Ficamos pela primeira vez em quinto lugar no total e estivemos muito perto da quarta colocação no acumulado. A participação subiu de 4,7% para 6,3%”, explica Barral.
As vendas para o agronegócio representaram cerca de 25% de todo o volume vendido de caminhões rodoviários em 2017.
Em 2017 o R 440 ganhou o título de maior venda do ano na indústria de caminhões, de acordo com o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam). No período foram 3.033 unidades emplacadas, liderando em sua faixa de atuação, com 16% do mercado de pesados. Além disso, o modelo também conquistou a primeira colocação de vendas no mercado, levando em conta todas as categorias de veículos comerciais, sendo o mais vendido de toda a indústria.
FONTE CARGA PESADA

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Volvo faz balanço otimista e anuncia retomada do segundo turno

Montadora acredita que mercado de caminhões vai crescer mais que 30% neste ano
Cláudia Albuquerque
O Grupo Volvo está aumentando a produção de caminhões em seu complexo industrial de Curitiba. A empresa contratou cerca de 100 funcionários no final do ano passado e já está empregando mais 150 pessoas no início de 2018. A montadora acredita que o mercado de caminhões crescerá acima de 30% neste ano.
Foi num clima de otimismo que a Volvo apresentou seu balanço de 2017, nesta quarta-feira, 21, em entrevista coletiva, em São Paulo. Ao anunciar a retomada do segundo turno de produção, desativado desde 2015, o diretor comercial de caminhões da Volvo no Brasil, Bernardo Fedalto, elogiou o comportamento do transportador brasileiro. “É muito moderno no quesito gestão. Vemos uma mudança de comportamento no setor, por exemplo hoje 67% dos veículos vendidos no Brasil possuem plano de manutenção”, afirma.
Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo América Latina, fez uma análise do desempenho da marca durante a crise. “Passamos pela maior recessão histórica, a tensão atingiu toda a cadeia. A rede se saiu bem, não tivemos alterações. A maioria dos fornecedores foi mantida. Estivemos um pouco à frente da nossa concorrência.”
No balanço da fase de dezembro de 2011 até setembro de 2017, o executivo explicou que os caminhões saíram do Euro 3 para o Euro 5, com muito ganho de tecnologia embarcada. Os preços subiram 8% contra os 25% do índice médio da inflação.
Wilson Lirmann
Bernardo Fedalto comentou que a pressão foi sentida em toda a cadeia. “O preço do produto, o preço do frete, todos sofreram. Nunca a lei da oferta e da procura foi tão visível e tão sentida”, explicou. “Com a retomada da economia e a renovação da frota, a cadeia deve começar a reposicionar os preços”.
Foi necessário fazer algumas escolhas difíceis. A queda da participação da marca no segmento dos médios é reflexo dessas escolhas. Segundo Fedalto, a marca fez a conta volume x rentabilidade. “Perdemos participação mas, mantivemos nossa rede saudável”, explica .” O mercado interno é muito competitivo, fora do Brasil as vendas do VM cresceram. No Peru, o nosso marketshare chegou a 16% em 2017”, completou Fedalto
As exportações tiveram destaque em 2017 e devem seguir crescendo em 2018. “Batemos recorde de exportação”,  disse o presidente Wilson Lirmann. A Volvo é líder em caminhões pesados no Brasil pelo quarto ano seguido. “Nossa fortaleza são os caminhões pesados”, ressaltou. A montadora terminou o ano com 26,9% de participação neste segmento.
O presidente do Grupo ainda ressaltou que, apesar da crise no Brasil, 2017 foi o melhor ano da história da Volvo no mundo. “Vendemos 112 mil caminhões”.
SERVIÇOS FINANCEIROS
Braço financeiro do Grupo, a Volvo Financial Services (VFS) também teve um bom ano. Em 2017, o Banco Volvo continuou sendo o principal responsável pelo financiamento aos clientes no Brasil, com uma participação em torno de 45% das vendas do Grupo Volvo nos segmentos de caminhões, ônibus e equipamentos de construção. “Somos uma organização especializada em transportes e, mesmo num cenário econômico adverso, mantivemos e ampliamos a nossa oferta de soluções financeiras para atender as necessidades dos clientes”, afirma Ruy Meirelles, presidente da VFS Brasil. A instituição também atingiu um bom resultado na área de consórcio, com a comercialização de R$ 900 milhões em cartas de crédito. O volume de prêmios de seguros foi de R$ 80 milhões.
MANUTENÇÃO INELIGENTE
O serviço de Manutenção Inteligente, lançado na Fenatran em 2017, conta hoje com 3.119 veículos conectados, com 98% de satisfação do cliente e 70% de serviços agendados. Segundo o diretor comercial, o sistema agiliza a parada e garante ganho de produtividade. “Entre a entrada e a saída da concessionária o veículo leva menos de uma hora quando tem o serviço agendado”, completou.
Outro serviço lançado na Fenatran, o Volvo Peças, também comemora o sucesso. “O sistema de e-commerce conta com 40 mil acessos, uma conversão três vezes maior que o mercado eletrônico comum e 60% das vendas estão sendo feitas para novos clientes”, explicou Fedalto.
Bernardo Fedalto
EXPORTAÇÕES DE ÔNIBUS
Em ônibus a Volvo também teve bons resultados, principalmente na exportação. As vendas externas já alcançam 75% do total dos negócios. Com grandes vendas fora do Brasil, principalmente na região hispânica da América Latina, a Volvo entregou lotes de ônibus para muitos países da região, com destaque para o Panamá e a Guatemala, que renovaram ou ampliaram suas frotas de veículos urbanos. Foram vendidos 1.055 chassis de ônibus no ano passado, 791 deles exportados. “Temos vocação exportadora”, disse Fabiano Todeschini, presidente da Volvo Buses Latin America.

FONTE CARGA PESADA

De olho no conta-giros

Consultor ensina como dirigir com segurança e atingir o ponto extra-econômico do caminhão
Dilene Antonucci
O grande segredo para se economizar óleo diesel está no conta-giros. Dentro do faixa verde do equipamento, existe o ponto extra-econômico. E, quanto mais tempo o caminhão rodar neste ponto, menos vai consumir. Quem garante isso é o consultor Luiz Antonio Pigozzo, em suas palestras, em seu canal do Youtube e em seu livro “Consumo de combustível – uma questão de atitude”.
Com uma experiência de 35 anos na Scania, onde exerceu várias funções, Pigozzo dá a dica de ouro: é preciso dividir a faixa verde do conta-giros em três. Se, no seu caminhão, ela for de 1.000 a 1.500 rotações por minuto (rpms), serão três sub-faixas de 166 rpms. Então, o ponto extra-econômico deste veículo é o final da primeira sub-faixa, ou seja, 1.166. Mas dá para arredondar para 1.200. Quanto mais tempo o caminhão ficar em 1.200 rpms, mais econômica será a viagem. De acordo com Pigozzo, a economia pode superar 5%.
“O motorista precisa entender que o conta-giros é sua melhor ferramenta de trabalho. É este equipamento que vai dizer a ele que marcha usar na reta, na subida, na descida. No conta-giros está a segurança e a economia para o motorista”, afirma.
Logo que deixou a Scania, em 2015, Pigozzo foi dar aulas como instrutor na Fabet. Na primeira turma de caminhoneiros, ele percebeu a dificuldade de os alunos assimilarem seus conteúdos. Entendeu que tinha de mudar sua didática, foi até fazer um curso de coach para melhor atender a esse público. “O resultado foi fantástico. Hoje tenho muitos alunos dando aulas, trabalhando como multiplicadores dentro das transportadores”, conta.
O consultor diz que, quando o caminhoneiro passa a trabalhar focado no conta-giros, sua produção muda. “O sucesso vem rápido. É impressionante”, admira-se.
Mas, de acordo com ele, não é só o motorista que precisa aprender a interpretar o conta-giros. O empresário e os gestores de frota também. “Durante uma palestra, quando eu falava das rpms, um gestor percebeu que a velocidade determinada pela empresa, de 75 km por hora, não estava adequada com o caminhão que a transportadora costuma comprar”, afirma.
De acordo com o consultor, naquele caso, para ter direção extra-econômica, a empresa terá de baixar a velocidade ou passar a comprar caminhão com diferencial mais longo.
Ele destaca que, quando estimula motoristas e empresários a pensarem em economia, também está os conscientizando sobre segurança. “Um profissional que está motivado a buscar a máxima economia, precisa conduzir seu veículo com a máxima atenção, evitando assim erros que levem a um acidente ou uma distração para uma condução insegura”, observa.
A meta da economia, de acordo com o consultor, é “somente um norte”, uma referência para que o motorista não desvie sua atenção e mantenha sua condução mais segura. “Todos os requisitos de uma direção segura estão embutido na condução extra-econômica”, ensina.
Luiz Antonio Pigozzo ressalta que a profissão de motorista exige cada vez mais estudos.”Dirigir todo mundo dirige, mas para ser profissional, para bem atender o cliente, inserir informações via sistema, tem de ser diferenciado, tem de ser profissional.”
Quem tiver interesse em adquirir o livro “Consumo de combustível – uma questão de atitude”, deve clicar aqui . Contatos para palestras pelo email: luiz.pigozzo@gestaodecombustivel.com
FONTE CARGA PESADA

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Motorista de caminhão desgovernado pede ajuda para reconstruir casa de vizinhos






Foto: Banda B
Após o enorme susto, é hora de calcular e arcar com os prejuízos. Esta é a conclusão do motorista autônomo Rafael Rosa, depois que o caminhão dele desceu a rua e invadiu a casa dos vizinhos, no bairro Pinheirinho, em Curitiba. O acidente aconteceu por volta das 6 horas desta segunda-feira (22). Rafael tinha ligado o caminhão para “esquentar” e foi buscar uma garrafa de água para a viagem que iria fazer até o litoral. Quando viu, o caminhão já tinha ficado desgovernado e invadido a casa dos vizinhos, a poucos metros. Três pessoas ficaram feridas, mas sem risco de morte.
Rafael e a esposa Andriele Gonçalves estão arrasados com o prejuízo que o caminhão deles causou. Já a família Monteiro não tem onde morar. Pelo menos por enquanto. O caminhoneiro já disse que vai arcar com o prejuízo, mas confessa que não tem o dinheiro necessário para comprar todo o material de construção. A casa terá que ser totalmente reconstruída.
Ele e a esposa estão agora pedindo ajuda. “Nossa prioridade agora é reconstruir a casa dos nossos vizinhos. Foi uma tragédia pra nós e para eles, mas, felizmente, ninguém perdeu a vida. Pagamos um pouco mais de R$ 2 mil por mês da prestação do caminhão e não temos o dinheiro pra comprar todo o material da construção. Parentes da casa atingida já disseram que eles mesmos vão construir, mas deram a lista do que vai preciso e agora estamos correndo atrás e pedindo doações”, disse Andriele.
Ela contou que no trabalho já conseguiu a doação de 3 mil tijolos, mas a lista do que vai ser preciso é grande. “Precisamos de tudo, desde cimento, areia, ferro até os itens de acabamento. Quem puder nos ajudar neste momento difícil, por favor, faça isso. Estamos desesperados. Queremos devolver a casa pra eles o quanto antes. Depois vemos o estrago do caminhão, que também é nosso ganha-pão”, pediu a esposa do caminhoneiro.
O marido trabalha com fretes de forma autônoma, mas agora precisa reconstruir a casa dos vizinhos pra depois arrumar o caminhão e voltar a ir para a estrada.
Andriele disse que uma perícia ainda será feita para saber as causas do acidente. “Agora, o que temos que fazer é trabalhar e pedir ajuda”, finalizou.
Para ajudar
Quem puder ajudar na compra de material de construção pode ligar para Andriele no fone 41-98810-0320 ou para o Rafael no fone 41-99500-9295.
O acidente
Um caminhão desgovernado invadiu uma residência na Rua Orestes Códega, por volta das 6 horas, e atingiu uma moradora de 96 anos que estava no sofá da sala. Outras duas moradoras também se feriram, mas com menor gravidade. O motorista do caminhão, que é vizinho desta família, ficou em choque. Ele disse que o caminhão avançou sem controle no momento em que ligava o veículo para ir trabalhar.
Os bombeiros precisaram içar o veículo para retirar uma das moradoras, que teve ferimentos nas pernas. O veículo desceu desgovernado por cerca de 40 metros, até atingir a residência.
Assista ao momento do acidente:

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