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sábado, 19 de maio de 2018

Mercado de caminhões vocacionais cresce e representa 16,5% do total



Volvo lidera na cana-de-açúcar, com 43% de participação no segmento acima de 15 toneladas nos primeiros meses dos anos
Os bons números do mercado brasileiro de caminhões vão além da retomada dos setores de carga industrializada e agronegócio. O segmento de veículos vocacionais para transporte fora de estrada também se mostra positivo. Cana-de-açúcar e florestal apresentam bom desempenho desde o ano passado e espera-se uma recuperação para a mineração e construção nos próximos períodos.
Para fortalecer ainda mais presença da marca nesse setor, a Volvo promove nesta sexta-feira (18) o “Volvo Exreme”, em Mogi das Cruzes (SP). Participam cerca de 200 convidados entre clientes e consultores de negócios de todas as concessionárias da marca na América latina.
“A volvo sempre se destacou em vocacionais com veículos robustos, confiáveis e que dão retomo aos clientes. Mas, além de bons produtos, este evento tem a finalidade de evidenciar também nossa estrutura de serviços, focada diretamente em assegurar alta disponibilidade física dos caminhões, algo que conta muito neste segmento”, assegura Bernardo Fedalto, diretor Comercial de Caminhões da Volvo.
Em entrevista à Carga Pesada, ele disse que, além de disponibilidade, robustez e economia do combustível, os clientes de off road pedem caminhões mais leves para levarem mais carga porque a fiscalização da lei da balança está de olho neles quando vão para as rodovias. “Esse é um desafio para os fabricantes”, afirma.
O diretor contou à reportagem que a caixa I-Shift de sexta geração já está em quase 100% dos caminhões da linha F da Volvo. E que ela representa um importante diferencial porque tem um software específico para cada aplicação. “Se o cliente compra um canavieiro, ele vem com uma caixa I-Shift específica para esta operação”, explica.
Volvo cresce em vocacionais
O mercado de caminhões vocacionais pode ser dividido em quatro grandes grupos: transporte de cana-de-açúcar, transporte para construção civil, transporte florestal e transporte para mineração. “A Volvo cresceu em quase todos esses segmentos nos primeiros meses deste ano. Se fizermos uma média praticamente dobramos nosso market share, passando de 15% (em 2017) para 29% (em 2018/1º trimestre)”, afirma Fedalto.
Entre todos os segmentos, o de maior destaque para a marca Volvo é o transporte de cana-de-açúcar. “Na cana, estamos liderando o mercado com 43% de participação. É um semento em que nos destacamos ao desenvolver produtos especiais para atender expectativas de clientes que exigem alta tecnologia e produtividade em seus caminhões. Como, por exemplo, temos o VM canavieiro e mais recentemente o VM autônomo, que está muito próximo de chegar ao mercado”, afirma Jeseniel Valério, gerente Comercial de Caminhões Vocacionais Volvo.
O crescimento da Volvo se explica pela boa oferta de produtos da marca no segmento vocacional. “Temos produtos para atender desde o segmento de construção (VM) até o transporte muito severo (FMX 540 cv e 250 t) em diferentes configurações de chassi, cabine, motores e eixos de tração”, assegura Valério. “Desde os primeiros N10, os caminhões Volvo sempre foram referência no mercado de veículos vocacionais. Com nossa linha atual, não é diferente. Nenhuma outra marca consegue associar a tecnologia que oferecemos à robustez, durabilidade e eficiência neste tipo de operação”, afirma o executivo.
Outro fator que influencia positivamente o desempenho da Volvo é o posicionamento da marca no atendimento de pós-venda dos veículos vocacionais. “A rotina deste tipo de caminhão raramente permite um deslocamento para revisões e reparos em concessionárias. Por isso, sempre que possível, investimos em atendimento remoto de campo, numa ação conjunta entre Volvo e as concessionárias, utilizando peças genuínas e mão de obra especializada. Nesses segmentos, o controle de todos os custos da operação como indicadores de tempo médio entre falhas (MTBF) e tempo médio entre reparos (MTTR) asseguram que os veículos tenham alta disponibilidade física e o melhor custo operacional do mercado, contribuindo para o sucesso de nossos clientes”, declara Carlos Banzzatto, gerente Comercial de Pós-Venda da marca.
Bernardo Fedalto disse à Carga Pesada que 65% dos caminhões vendidos pela Volvo tem contrato de manutenção Azul e, de 15% a 18%, tem contrato Ouro, que é o mais completo. “De cada 10 caminhões, 8 saem com plano de saúde”, afirma.
O diretor ressalta que, pela primeira vez, há um aquecimento do mercado de caminhões em todos os continentes ao mesmo tempo. E isso tem representado um gargalo de componentes para a indústria. “Temos tido alguma demora em receber componentes que vêm da matriz, principalmente a caixa I-Shift. Por isso, alguns modelos da linha F, só temos para entregar em outubro. Dependendo do modelo, só no início de 2019”, conta.

FONTE CARGA PESDA


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Librelato faz promoção de peças com descontos de até 70%



Será dia 19 de maio na unidade da empresa, em Içara, SC, e em mais nove revendas da marca em todo o País
A Librelato vai promover no dia 19 de maio, sábado, das 8h às 12h, o segundo grande Outlet de Peças para implementos da marca. Nesta segunda edição, o evento acontecerá na unidade industrial da empresa, em Içara, SC, e também em outras nove revendas da marca nas seguintes cidades de Carazinho/RS, Maravilha/SC, Luiz Eduardo Magalhães/BA, Araguaina/TO, Uruguaiana/RS e Içara/SC – região da fábrica.
Os descontos praticados, exclusivamente neste dia, podem chegar a até 70%. Diversas peças para carretas das linhas leves e pesadas estarão na promoção, inclusive componentes de implementos já fora de linha.
De acordo com José Carlos Spricigo, CEO da Librelato, a ideia deste evento exclusivo é promover um dia especial, no estilo “Black Friday” para que os clientes possam adquirir peças de todos os tipos,  om preços abaixo dos praticados no mercado e, sobretudo, “aproveitar a oportunidade para estreitar o relacionamento com nossos parceiros de negócios”.
FONTE CARGA PESADA

Ford vende 50 caminhões na Agrishow



Cargo 1119 e Cargo Power foram destaques
A Ford contabilizou a venda de 50 caminhões dentre diversos modelos de sua linha na Agrishow, uma das maiores feiras agropecuárias do Brasil, realizada no início do mês em Ribeirão Preto, SP. Esse resultado comprova o bom momento do agronegócio e a força da marca nesse segmento, com uma oferta diversificada de versões das linhas Cargo e Série F.
Além da exposição dos modelos Cargo 1119 e F-4000 4×4, a Ford apresentou em seu estande a linha Cargo Power, que acaba de ser lançada no mercado com o motor mais potente da categoria, de 306 cv, e outros aprimoramentos voltados para o desempenho e a economia no transporte.
A linha foi representada pelos modelos Cargo Power 2431 6×2 e Cargo Power 3031 8×2 – o primeiro da marca com essa configuração de tração –, com peso bruto total de 24 e 30 toneladas, respectivamente. Ambos contam com a opção de transmissão manual de nove marchas ou automatizada Torqshift de dez marchas.
Os dois caminhões Cargo Power mostraram boa receptividade, com 11 unidades comercializadas durante a feira. Outros destaques de vendas foram o modelo leve Cargo 1119, com peso bruto total de 11 toneladas, e o semileve F-350, responsáveis por mais de metade do volume negociado no evento. Os distribuidores Caminho, de São José do Rio Preto, e Ortovel, de Ribeirão Preto, da Rede Ford Caminhões, deram suporte ao atendimento.
“Comparado ao ano passado, vendemos o dobro de unidades nesta edição da Agrishow”, diz Alberto Maximo, supervisor de Vendas Regional São Paulo da Ford Caminhões. “É um resultado muito bom, que contou com a parceria do Bradesco na concessão de financiamento, principalmente na modalidade de crédito direto ao consumidor (CDC) que hoje oferece condições atraentes para os clientes.”
FONTE CARGA PESADA

DAF entrega caminhão três mil



Unidade foi vendida pela concessionária DAF Guarulhos para a Transportes Della Volpe
A DAF Caminhões Brasil acaba de produzir o caminhão de número três mil na fábrica de Ponta Grossa, no Paraná. A unidade foi comercializada pela concessionária DAF Guarulhos para a Transportes Della Volpe, empresa com mais de 60 anos de mercado e reconhecida pelo desenvolvimento de soluções logísticas e de transporte por meio de projetos personalizados.
“Adquirimos os primeiros caminhões em 2016 e eles não apresentaram nenhum problema de manutenção, além de serem muito estáveis e possuírem um espaço interno grande e confortável. Para mim, o ponto principal dos caminhões DAF é a disponibilidade. Destaco também o consumo de combustível que é bem competitivo”, diz Gilberto Della Volpe, Diretor Executivo da Transportes Della Volpe.
A unidade vendida é um XF105 versão 6×2 460 cv Space Cab na cor branca.
“A DAF vem crescendo significativamente a cada ano e estamos conquistando nosso espaço entre os tradicionais players do mercado. Já são quase três mil caminhões DAF circulando por todo o Brasil. A entrega de mais um veículo com uma marca histórica é motivo de muito orgulho para todos nós”, diz Luís Gambim, Diretor Comercial da DAF Caminhões Brasil.
O bom relacionamento da Della Volpe com a DAF Guarulhos começou em 2016 quando a empresa adquiriu quatro caminhões. No final do ano passado, decidiram renovar a frota e fecharam a compra de 82 veículos para serem entregues ao longo de 2018.
“Temos um relacionamento muito bom com a Della Volpe há quase dois anos, então fizemos questão de vender esta unidade do XF105 para eles”, diz Claudio Gagliano, o Cacau, Gerente de Vendas da DAF Guarulhos.
FONTE CARGA PESADA

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

G10 recebe primeiros Scania com novos motores



Valdecir, Cláudio e Guilherme Adamuccio receberam os R 450 e R 510 na fábrica de São Bernardo do Campo; veículos serão utilizadas na distribuição de grãos
A Scania realizou a primeira entrega dos novos caminhões R 450 e R 510, equipados com novos propulsores. Os veículos serão utilizados no transporte de grãos pelo Grupo G10 Transportes de Maringá, PR. A entrega aconteceu no dia 20 de fevereiro, na fábrica de São Bernardo do Campo. A programação incluiu uma visita dos proprietários da transportadora, Cláudio e Valdecir Adamuccio, com o sucessor, Guilherme Adamuccio, nas áreas de montagem dos motores e dos chassis.
A iniciativa foi focada nos processos envolvidos na produção dos novos motores. Nesta primeira etapa os empresários estiveram acompanhados de Ricardo Vitorasso, diretor de Vendas de Caminhões da Scania Brasil e Wagner Tillmann, gerente de Vendas de Caminhões. “A parceria com a G10 já acontece há muitos anos. Eles já vieram à fábrica muitas vezes, mas a novidade ficou por conta da apresentação personalizada, focando em comprovar de perto os diferenciais dos novos motores desde a montagem, antes mesmo do caminhão estar finalizado”, explica Vitorasso.
Ao final, os empresários almoçaram na planta acompanhados de Roberto Barral,  diretor-geral da Scania Brasil, Christopher Podgorski, presidente e CEO da Scania  América Latina, Bruno d’Angelo, gerente de negócios da Scania Brasil, e representantes da PB Lopes, concessionária responsável pela venda. “Marcamos esse começo de ano pela renovação de grandes frotas nacionais,  especialmente no segmento de grãos. São clientes que reconhecem o investimento os veículos Scania e sabem que possuem desempenho superior ao mercado, atrelado ao menor custo operacional”, enfatiza o diretor.
Novos caminhões R 450 e R 510
Lançados em outubro de 2017 no mercado nacional, os novos motores chegam nas potências de 450 cv e 510 cv para atender a linha rodoviária da marca. Os propulsores fazem parte do conceito de evolução contínua dos produtos Scania e têm potencia para atingir índices ainda melhores que o campeão de vendas R 440, pois apresentam redução de consumo de combustível de até 5%. Essa melhora acontece devido a tecnologia de alta pressão de injeção de diesel e com múltiplos pontos para diminuir o consumo, os ruídos e também as emissões de poluentes.
Os novos propulsores são de 13 litros com seis cilindros em linha. Com o lançamento, a Linha R passa a ser composta por seis potências, sendo as duas novas em complemento às quatro atuais de 360cv, 400cv, 440cv e 480cv. Dessa forma, o torque máximo da Scania está entre 1.850Nm (na motorização de 360cv) e 2.550Nm (na nova versão de 510cv). A versão com 450 cavalos atinge a potência máxima a 1.900 rpm, com torque de 2.350Nm disponível entre 1.000 a 1.300 rpm. Na configuração com 510cv, o pico de potência é a 1.900 rpm, e o torque máximo de 2.550Nm está entre 1.000 a 1.300 rpm.
A nova linha traz, ainda, como novidade, a matéria-prima utilizada em sua construção. Os motores passam a ser produzidos em CGI, um composto compactado de ferro e grafite que duplica a resistência a fadiga. Assim, ele está ainda mais preparado para suportar o aumento na pressão de combustão dentro do cilindro. Apesar de mais robusto e resistente, o novo motor continua leve, o que proporciona um melhor desempenho do veículo.
Todas as motorizações da Linha R são compatíveis com as configurações de rodas 6×2 e 6×4 e as cabines R Highline e Streamline.
FONTE CARGA PESADA

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

SAFRA: Cargill realiza cadastro de caminhoneiro autônomo

Os interessados atuarão na safra de soja nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul
A Cargill Transportes está realizando o cadastro de transportadores autônomos de carga, ou seja, motoristas que possuam caminhão próprio. Os interessados atuarão na safra de soja nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul. Com duração de quatro anos, esse registro não tem vínculo de preço ou volume. Os estados de Mato Grosso, Bahia, São Paulo e Maranhão serão os próximos a aderir a essa iniciativa. Nessas localidades, os cadastros serão realizados a partir do mês de abril.
Os interessados podem entrar em contato com os escritórios da Cargill Transporte:
ESTADO
CIDADE
CONTATO
TELEFONE FIXO
CELULAR
GO
GOIÂNIA
Tobias Sampaio
(62) 3269 5893
(62) 9 9838 9025
CATALÃO
Rodrigo Garcia
(64) 3411 1210
(64) 9 9901 7421
RIO VERDE
Flavio Velho
(64) 3612 4554
(64) 9 8100 4343
JATAÍ
Andre Tenreiro
(64) 3632 9827
(64) 9 9936 0704
ITUMBIARA
Wesley Pereira
(64) 2103 1210
(64) 9 9695 6662
MG
UBERLANDIA
Urismar Campos
(34) 3218 5096
(34) 9 9270 0098
MS
DOURADOS
Priscila Barreto
(67) 3424 5686
(67) 9 9885 6925
TRES LAGOAS
Tatiana Takata
(67) 3509 2677
(67) 9 9943 0446
SÃO GABRIEL DO OESTE
Luciano Mariano
(67) 9 9808 7525
CHAPADÃO DO SUL
Arita da Silva
(67) 3562 8114
(67) 9 9958 8961
CAMPO GRANDE
Jakeline Viegas
(67) 3398 9127
(67) 9 9825 0366
PR
CASCAVEL
Rosana Oliveira
(45) 3224 4196
(45) 9 9134 2484
PONTA GROSSA
Adilson Rutes
(42) 3225 2737
(42) 9 9998 0032
MARINGÁ
Letícia Mendes
(44) 9 9185 5134
PARANAGUÁ
Alexandre Portela
(41) 3423 2073
(41) 9 9125 9618
RS
CRUZ ALTA
Marco Gomes
(55) 3322 0922
(55) 9 9714 0153


FONTE CARGA PESADA

Mercado de caminhões deve crescer 30% este ano

Estimativa é da Mercedes-Benz que vendeu 6.200 veículos comerciais entre dezembro e janeiro deste ano
As perspectivas para 2018 são animadoras na visão dos principais executivos da Mercedes-Benz, marca líder do mercado de veículos comerciais: com previsão de crescimento do PIB e da taxa Selic chegar 6,5% até o final do ano, as condições econômicas estão interessantes para quem quer investir na visão da área comercial da montadora.
E os números reforçam esta tese. Foram comercializados mais de 6.200 veículos comerciais entre dezembro e janeiro: 4000 ônibus, 1073 caminhões e 1154 comerciais leves da linha Sprinter. O agronegócio, logística, transporte de combustíveis e químicos, mineração e madeira foram segmentos que mais investiram o que leva a montadora a estimar um crescimento de 30% nas vendas de caminhões em 2018 na comparação com o ano passado.
Segundo dados da Anfavea, a associação dos fabricantes, no total o licenciamento de caminhões somou em janeiro 4,6 mil unidades, aumento de 54,8% sobre as 2,9 mil unidades de janeiro do ano passado e diminuição de 24,9% se defrontado com as 6,1 mil de dezembro.
FROTAS – A Raízen/Shell, principal fabricante de etanol de cana-de-açúcar do Brasil, acaba de negociar 533 caminhões sendo 300 Actros para transporte de combustível na Divisão Shell e 233 Axor para operações fora de estrada. No total são 1.057 extrapesados da marca vendidos para operações da empresa em apenas seis meses, uma vez que a companhia havia adquirido 524 unidades em julho de 2017.
“Estamos na melhor fase de produtos da marca”, diz Roberto Leoncini da Mercedes-Benz
“Estamos na melhor fase de produtos da Mercedes-Benz. Nunca estivemos tão maduros com soluções em todos os segmentos, dos pesados aos semi- leves. Dos pesados aos leves. Os números de vendas nos motivam a continuar perseguindo o mote ‘As Estradas falam. A Mercedes-Benz ouve’, entregando ao cliente o produto por ele desejado, atendendo suas expectativas de rentabilidade, conforto e segurança”, afirma Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz.
A D’Granel Transportes também fechou 100 extrapesados em janeiro, sendo 86 Axor e 14 Actros para o transporte de granéis sólidos para siderurgia, cimenteiras, mineradoras e celulose, com operações no Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
Também em janeiro, a Mercedes-Benz negociou 80 caminhões Axor para a Expresso Nepomuceno, que serão destinados ao transporte de cana-de-açúcar e madeira em várias regiões do Brasil. Somam-se ainda 110 extrapesados para diferentes aplicações: 52 Actros para transporte de combustível (Transjordano), 35 Actros para transporte logístico (Log Brasil) e 23 Axor para operações de cana-de-açúcar (Breda).
Em dezembro de 2017, foram 150 Actros para a Transoeste realizar o transporte de grãos no Centro-Oeste (negociações realizadas com o envolvimento da unidade de seminovos SelecTrucks) e 100 Actros para renovação de frota da Transportadora Risa, maior produtora de soja na nova fronteira do Nordeste.
O caminhão extrapesado Actros, top de linha da Mercedes-Benz, foi um grande destaque de vendas ao longo de 2017. Foram emplacadas 1.498 unidades, entre modelos on e off-road, o que significa um aumento de aproximadamente 66% sobre o ano anterior. Considerando apenas os Actros rodoviários, o crescimento de vendas foi superior a 70%.
MANUTENÇÃO – Na área de pós-vendas, a Mercedes-Benz comercializou 819 Planos de Manutenção e o sistema de gestão de frotas Fleetboard para a Raízen, 109 para caminhões Axor e Actros da Transgrãos e 100 para a Transportadora Risa, totalizando mais de 1.000 Planos de Manutenção e Fleetboard comercializados.
“Esses serviços contribuem com a modernização da gestão de frota e aas empresas podem se concentrar em sua atividade, deixando os cuidados da frota com a Mercedes-Benz e seus concessionários”, destaca Silvio Renan, diretor de Peças e Serviços ao Cliente da Mercedes-Benz do Brasil.
Silvio Renan informa ainda que, no primeiro trimestre de 2018, os clientes da marca passam a contar com o programa de fidelidade e recompensas de fábrica. Inédito no segmento e de abrangência nacional, o programa – que é uma ampliação do App Mercedeiros de Verdade com mais de 30.000 downloads – traz vantagens e recompensas aos participantes, sejam os proprietários dos veículos, motoristas.
SPRINTER – Entre vans de passageiros e furgões, a Mercedes-Benz negociou 1.154 veículos da linha Sprinter para implementação de ambulâncias e transporte de pessoas.
Além de retomar a liderança de mercado em 2017 no segmento de comerciais leves (3,5 a 5 toneladas), com 36,7% de participação e 6.327 unidades emplacadas ao longo do ano, a Mercedes-Benz foi a única marca entre os principais concorrentes a registrar crescimento no volume de vendas em relação ao ano anterior, 31% a mais, enquanto o mercado como um todo teve queda de 5%.
“Em apenas cinco anos, aumentamos nosso market share em mais de 21 pontos percentuais, saltando de 14,9% em 2012 para 36,7% em 2017. Para este ano, nosso objetivo é aumentar nossas vendas em 15%, incrementando ações focadas nos clientes, como a revisão com preço fixo declarado e os planos de manutenção específicos para os veículos Sprinter, além de continuarmos investindo nos nossos Van Centers e Centros Especializados em nossa Rede para esse segmento”, afirmou Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Vans da Mercedes-Benz do Brasil.
FONTE CARGA PESADA

Mercedes-Benz aumenta em 73% as vendas de vans de passageiros Sprinter em janeiro





Marca emplacou 300 unidades de vans e alcançou 67% de market share no segmento

A Mercedes-Benz se destacou nas vendas de vans com a linha Sprinter no início do ano. Na categoria de Comerciais Leves (3,5 a 5 toneladas de PBT), a marca saltou de 42% de participação de mercado em janeiro de 2017 para 67% este ano, com 300 unidades emplacadas. Isso representa um crescimento de 73% na comercialização dos modelos para o transporte de passageiro.
“As aplicações que puxaram as vendas foram fretamento e turismo, quando a marca realizou grandes negócios, se posicionando bem a frente do segundo colocado, com 48 pontos percentuais a mais em participação”, diz Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Vans da Mercedes-Benz do Brasil. “Os estados de São Paulo e Minas Gerais, além do Distrito Federal, foram os principais compradores de vans de passageiro Sprinter em janeiro. ”
Mercedes-Benz lidera as vendas de Comerciais Leves
Com o emplacamento de 572 unidades em janeiro de 2018, considerando todos os modelos de vans, furgões e chassi com cabina, a marca alcançou um crescimento de 54% em relação a idêntico período do ano passado no segmento de 3,5 a 5 toneladas de PBT (Peso Bruto Total), enquanto o mercado como um todo teve aumento de 20%. “Este resultado é muito expressivo, por tratar-se de uma categoria extremamente competitiva”, afirma Jefferson.
A linha Sprinter comercializada no Brasil tem atendido a expectativa dos nossos clientes pela tecnologia, segurança, conforto e rentabilidade que oferece nas mais variadas operações do transporte.
Com 60 versões, a família de veículos comerciais leves da Mercedes-Benz é formada pelos modelos 313 CDI Street (Peso Bruto Total – PBT de 3,50 ton), 415 CDI (PBT de 3,88 ton) e 515 CDI (PBT de 5 ton), que são indicados para empresas de transporte, profissionais autônomos e empreendedores.
“Em 2018, esperamos também um bom desempenho de vendas com a Sprinter furgão e chassi com cabina motivado pelo aumento de demanda do e-commerce, varejo e licitações na área de atendimento da saúde”, ressalta o executivo.
Atendimento diferenciado das unidades Van Center
Os clientes de veículos comerciais leves Sprinter – assim como do Vito, do segmento de Vans Médias – contam com o atendimento e a assistência especializada da Rede de Concessionários em todos os estados do Brasil. Além disso, dispõem do atendimento diferenciado de sete unidades do Van Center – Centro Especializado em Vans, estrategicamente localizadas junto a importantes mercados dessas linhas de veículos.
O conceito do Van Center baseia-se numa estrutura totalmente concebida para veículos comerciais leves, seja uma loja exclusiva em um local próprio ou uma ambientação específica e independente nas próprias instalações do concessionário. Esses locais dispõem de uma equipe de vendas totalmente dedicada a esses produtos, com gerentes, vendedores e assistentes de vendas.
O atendimento pós-venda também é destaque no Van Center, que oferece o serviço básico de manutenção, como verificação e troca de óleo, filtros e outros itens. O objetivo é facilitar o dia a dia do cliente, agilizar a prestação de serviço e, principalmente, liberar o veículo rapidamente para o trabalho, assegurando a produtividade nas atividades de transporte.
FONTE CARGA PESADA

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Mercado de caminhões fecha 2017 com 3,5% de crescimento

O R440 da Scania foi o mais vendido no ano, com 3.033 emplacamentos
Nelson Bortolin
Ao contrário das projeções feitas no início de 2017, o mercado de caminhões novos no Brasil fechou o ano em expansão na comparação com 2016. O crescimento foi de 3,53%, segundo informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). De janeiro a dezembro, foram emplacados no País 52.069 caminhões zero quilômetro contra 50.292 do ano anterior.
O mercado de implementos rodoviários, de acordo com a entidade, também cresceu. Foram 23.682 unidades emplacadas em 2016 e 25.602 no ano passado, aumento de 8,11%.
A Mercedes-Benz seguiu na liderança dos caminhões, com 15.126 emplacamentos, ou 29% do total. Depois, vieram a Volkswagen, com 13.184 (25%) e a Ford, com 7.804 (15%). As suecas Volvo e Scania ficaram praticamente empatadas com 5.953 e 5.751 emplacamentos, respectivamente – ou 11,43% e 11,04% do total.
Chama atenção no levantamento da Fenabrave o crescimento da participação dos caminhões pesados, segmento que mais sofreu com a crise econômica. Em 2016, esses veículos representaram 31,19% das vendas. Já, no ano passado, foram 36,31%.
Independentemente de segmento, o veículo campeão de vendas no ano passado foi o pesado R440 da Scania, com 3.033 unidades emplacadas. O segundo mais vendido foi o leve 8.160, da Volkswagen (2.425). Em terceiro, o também leve 10.160 da Volkswagen, com 2.141 unidades.
Apesar do desempenho positivo em 2017, o mercado de caminhões ainda representa menos de um terço das 172,6 mil unidades vendidas em 2011.
Para 2018, a Fenabrave projeta uma expansão de 9,5% no mercado brasileiro de caminhões novos.

CAMINHÕES VENDIDOS EM 2017 POR SEGMENTO

FONTE CARGA PESADA

Mercado aposta em CDC e consórcio para venda de caminhões

Taxas do Finame e das linhas privadas já estavam bem próximas ao final de 2017
Nelson Bortolin
A melhora da economia e o consequente aumento do volume de cargas  não resolve o problema do crédito para quem quer comprar caminhões. A tendência é que o Finame ficará cada dia menos atrativo. Com a mudança da taxa TJLP para a TLP em 2018, não deverá haverá mais subsídios do BNDES.
Mas o mercado aposta no crescimento da participação do CDC e do consórcio para compensar o enfraquecimento do Finame. Em 2017, os juros do Finame e os do CDC já se aproximaram bastante. Segundo o Banco Mercedes-Benz, ao final do ano, a linha do BNDES tinha taxas entre 0,90% e 1,1% ao mês, dependendo do perfil do cliente, e o CDC ia de 1% a 1,2% de juros.
O diretor comercial do banco, Diego Marin, disse que o Finame costumava financiar 80% das aquisições de caminhões, mas em 2017 não passou de 65%. “Claramente, o CDC e o leasing vêm ganhando força”, afirmou.
No fechamento desta reportagem, Marin aguardava uma circular do BNDES com as regras do Finame de 2018. “Sabemos que não será algo melhor. Mas precisamos desta definição para ver o que vamos fazer.” De toda forma, Marin assegura que a indústria e as concessionárias estão preparadas para trabalhar com as linhas de crédito privadas na venda de caminhões. “Se o Finame não se viabilizar, teremos alternativas.”
Já para a DAF, o Finame tende a desaparecer. “Hoje, o Finame pode chegar a 13,7% de juros ao ano, mas você consegue CDC no mercado a 11%”, afirma o diretor comercial Luiz Gambim. Atualmente, 80% dos caminhões DAF são financiados por CDC.
CONCESSIONÁRIOS
Thiago Marçal, supervisor de Vendas da Ingá Veículos, concessionária Mercedes- -Benz em Londrina, diz que o mercado de caminhões vem se reaquecendo. “Noto que isso se deve ao fim do pagamento de financiamentos que os frotistas fizeram antes da crise. Hoje já faltam alguns modelos para entrega imediata”, conta.
Mas existem frotistas que não conseguem aprovação de crédito, mesmo estando adimplentes. “Se a empresa tem um financiamento para capital de giro, por exemplo, ela já vai ter dificuldade de ter seu crédito aprovado. Se usou cheque especial, nem se fala”, afirma Marçal. Segundo ele, 40% das propostas encaminhadas aos agentes financeiros são rejeitadas.
Fernando Xavier Mourão, gerente comercial da Treviso, concessionária Ford em Maringá, diz que o CDC está crescendo. Menos de 20% das vendas feitas na loja são por meio do Finame. “É uma  tranquilidade não depender do Finame”, desabafa, lembrando que as concessionárias costumavam passar os finais de ano na ansiedade pela circular do BNDES para o ano seguinte.
Mourão considera que as empresas com as contas no azul começam a lançar mão dos consórcios para fazer a renovação de frota. “O consórcio é mais flexível na aprovação do crédito. Às vezes você tem uma restrição, mas, se tiver um contrato de carga, consegue ser aprovado”, explica. “O consórcio aceita caminhão antigo como garantia e também um avalista com mais facilidade”, complementa.
O BNDES ignorou os pedidos de entrevista feitos pela Carga Pesada. Até o fechamento desta edição, as regras do Finame para 2018 não tinham sido publicadas.
CONSÓRCIOS
O fim do crédito subsidiado pelo BNDES é má notícia para muita gente, mas não para os consórcios. O Consórcio Scania, por exemplo, vive um momento excelente, apesar do ritmo lento de recuperação econômica. O braço financeiro da montadora movimentou R$ 1 bilhão em 2017 e deve crescer em 2018.Na Fenatran, a empresa vendeu mais de R$ 50 milhões – negócios “100% concretizados”, segundo o diretor comercial, Rodrigo Clemente.
O diretor considera que a crise deu “uma peneirada” no setor de transporte. “As empresas que não sucumbiram tornaram-se mais estruturadas e podem fazer planejamento de médio e longo prazo.”
Clemente diz que não há opção melhor que o consórcio para quem não tem pressa de usar o caminhão. “Ao diluir a taxa de administração em 100 meses, você vai ver que o valor é irrisório se comparado a qualquer taxa de juros no Brasil.”
FONTE CARGA PESADA

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