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segunda-feira, 17 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
sábado, 10 de junho de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Aniversariantes do mês de Janeiro
Fernanda Louise Dolberth Bitterman
Julia Stahlke
Rita de Cássia Lopez Marin Reiter
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Em 2015, a Revista Carga Pesada completou três décadas
Confira edição especial de aniversário
2015 foi ao ano em que a Revista Carga Pesada completou três décadas. Corria o ano de 1984 quando três estudantes de Jornalismo da Universidade Estadual de Londrina, pensando num trabalho para o futuro, imaginaram fazer um jornal para caminhoneiros. Levaram a ideia ao Grupo Jabur (uma potência na época, com 36 lojas de pneus, serviços de recapagem e uma revenda Mercedes-Benz) e foram muito bem recebidos. Foi formada então a Ampla Editora e, graças ao Grupo Jabur, o jornal ganhou as estradas em janeiro de 1985, com o nome de Jornal do Caminhoneiro.
Alguns anos depois, o jornal evoluiu e se transformou nesta revista, a Carga Pesada, com páginas coloridas e de leitura muito mais agradável. Só uma coisa não mudou, desde o distante janeiro de 1985: o nosso compromisso de buscar e publicar o melhor conteúdo jornalístico voltado para este segmento vital da economia que é o transporte de cargas.
FONTE CARGA PESADA
sábado, 15 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
sexta-feira, 17 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
sábado, 28 de março de 2015
Giancarlo Stahlke
Parabéns ao meu amigo,vizinho e irmão de CORAÇÃO
Giancarlo Stahlke, diretor da Forplas:
Ser médico, astronauta ou jogador de futebol é sonho comum a muitas crianças. Mas como alguém tem a ideia de montar uma fábrica de escadas? No caso da Forplas, a palavra-chave foi oportunidade. A empresa paranaense hoje está entre as três maiores do Brasil no segmento, num mercado com poucos competidores. Quem observa as escadas sobre os carros de serviço da Copel e das operadoras de telefonia de Curitiba pode atentar para as bandeirolas amarelas da Forplas.
A empresa – cujo nome é formado pelas iniciais dos fundadores Forsteneric, Platter e Lasperg – era uma fábrica de peças de moinhos. Na década de 60, devido a políticas nacionais de incentivo à importação de trigo, a maioria dos moinhos de Curitiba quebrou. Os sócios decidiram então mudar de ramo: aproveitando a experiência com o trabalho em madeira e alguns desenhos trazidos da antiga Iugoslávia, apostaram no ramo das escadas de madeira.
“Temos que observar as oportunidades e pensar sempre à frente”, diz Giancarlo Stahlke, neto de um dos fundadores e hoje diretor da empresa. E esse discurso é levado à prática: preocupado com o avanço das escadas de alumínio e de fibra, está diversificando o negócio, com uma linha de móveis sustentáveis, criados a partir das sobras de madeira. “Sabemos vender escadas, por isso revendemos escadas de alumínio. Sabemos trabalhar com madeira, por isso fabricamos os móveis”,
FONTE GAZETA DO POVO
Ser médico, astronauta ou jogador de futebol é sonho comum a muitas crianças. Mas como alguém tem a ideia de montar uma fábrica de escadas? No caso da Forplas, a palavra-chave foi oportunidade. A empresa paranaense hoje está entre as três maiores do Brasil no segmento, num mercado com poucos competidores. Quem observa as escadas sobre os carros de serviço da Copel e das operadoras de telefonia de Curitiba pode atentar para as bandeirolas amarelas da Forplas.
A empresa – cujo nome é formado pelas iniciais dos fundadores Forsteneric, Platter e Lasperg – era uma fábrica de peças de moinhos. Na década de 60, devido a políticas nacionais de incentivo à importação de trigo, a maioria dos moinhos de Curitiba quebrou. Os sócios decidiram então mudar de ramo: aproveitando a experiência com o trabalho em madeira e alguns desenhos trazidos da antiga Iugoslávia, apostaram no ramo das escadas de madeira.
“Temos que observar as oportunidades e pensar sempre à frente”, diz Giancarlo Stahlke, neto de um dos fundadores e hoje diretor da empresa. E esse discurso é levado à prática: preocupado com o avanço das escadas de alumínio e de fibra, está diversificando o negócio, com uma linha de móveis sustentáveis, criados a partir das sobras de madeira. “Sabemos vender escadas, por isso revendemos escadas de alumínio. Sabemos trabalhar com madeira, por isso fabricamos os móveis”,
FONTE GAZETA DO POVO
domingo, 11 de janeiro de 2015
sábado, 10 de janeiro de 2015
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Neste post, irei contar um pouco da história da marca dos grandes, robustos e belos caminhões FENEMÊ. Estes que fizeram parte do nascimen...
















